domingo, 3 de janeiro de 2010

Homem da Arte



Quando por uma lei das grandes potencias
O poeta se apresenta e aplateia dorme
Sua família aborrecida o pragueja
E de seus versos felizes, se enchem de dor e insolência

La vem o poeta!
Aquele dizem que o detesta
Os nobres os convidam para um festa
Por apenas aquele querer de arte de ponta

E o velho ou talvez jovem poeta, ódio os afronta

Pois que entre todos fui eleito
Para ser mais um daqueles homem de arte e do amor
Mas meus amigos, de magoa se deita de ar esquisito.
E uma carta de amor se transforma em profundo amor e cria o terror

Priscila F.N

Um comentário:

  1. Quando o poeta diz algo e vc veste a carapuça nem sempre é agradavel. Quando ele joga certas verdades na nossa cara.

    Abraços

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