quarta-feira, 25 de agosto de 2010

De glória

Passos com firmeza caminha o rei
Nas terras coloca sua rara lei
Entre a espada cerca com seu escudo
Aquele que surge do escuro

Salve, meu senhor, aquele sem lar
Que nas terra deixa fluir o que há
Seja o mar, o frio ou sol
Seja os cantos de sabia ou rouxinol

Tua esperança é grande e muito sem ser vã
Desde ontem, hoje e tambem o amanha.
O que carrega como fardo é sua certeza
Pois isso as vezes o leva a tristeza

Não abandona o que pode fazer
Seja na agonia ou no prazer
Seja na dor ou no clamor
Contigo carrega sempre como armadura o amor

Não deixa distrair-se como o que surge como mel
Pois de tudo o que distraiu-se do mel tornou-se o fel
Em gloria ascende o proprio senhor
Das grandes terras sem clamor ou dor

Mas disto tudo nada sei
Eis que responde o grande rei
Meu destino não é somente governar
E meu povo não somente me contemplar

A chama que me conduz a apagar as chamas
São aquelas em que a grande dama canta
Aquele cujo o inimigo é um ninguem
Nada ira deter a chama que se mantém

Meu destino é manter aquilo que ja foi conquistado
Conciente ou não nada haverá de ser capturado.
Esteja sãos ou não
Meu brasão á de espancar aquilo que traz escuridão.

Deixo então meu testemunho
Onde de minha espada eu empunho
Seja com honra ou não sempre lutar
E não deixar de ganhar.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Lembranças do velho

Capitulo VI - Estante de papai

Transformado pela civilização que nasci, sempre admirei a beleza no falar, no andar, nos gestos, até a simples maneira de comer de papai. Era uma homem digno, cheio de histórias e educação, sua narração em minha vida teve muitos significados e lembranças inesqueciveis.
Na sala de papai, na casa de minha querida e falecida avó, havia uma mesa adornada por folhetos, documentos,  e alguns livros, tudo naquela mesa me interessava muito, mas papai não gostava de vasculhamentos em suas coisas, tanto que naquele dia me disse que não entrasse na sala, como sempre, disse que nunca entrei, mas papai não era bobo e assim trancou-a.
Aquela sala era o que sonhava em desvendar, ver a tantas coisas em que ali estava, apenas observava de imediato, mesas em um lado, um pequeno sofá do outro lado, estantes ambos os lados e luzes, sedas e derivados.
Confesso que tentei tomar a liberdade de invadi-la, de mergulhar meu franzino corpo de criança nas variedades de livros daquela estante.
Sempre fui acostumado a ter como ordem a leitura, algo que de primeiro não me satisfazia e que com o tempo tomou-me para si.
"Meu Deus! Porque o vicio é algo tão violento para levar-me a erros e perder o controle minhas vontades."
Os pequenos garotos de minha idade dizia que leitura era para os adultos.
Mais uma das minhas crises entupiu meu violento vicio e não hesitei e proferi.
- A leitura é algo proficuo, cresci com o direito de ler e a perseverança de entender, com profusão de livros resta-me adquirir meu bom desempenho e não ser tão tolos como voces e outros.
- Frederico o que te leva a ficar lendo histórias futeis que não ira garantir teu futuro. Ao menos terei uma boa carreira, ser medico é exato e não aprofundada em livros tolos de histórias amadoras. Lógico é obvio o estudo, mas o estudos proprio para um médico de qualidade e sem fantasias, magias e coisas do tipo.
- Ficar enfunado em coisas pela carreira é o que é perda de tempo e fantasia, tenho o querer de aprofundar-me em inteligência nas palavras, ser sábio, assim como médico, advogados ou alguem formado não tem, ou não olhas para o teu futuro?
- só voce mesmo, cresce frederico.


Capitulo VII - Invasão

Não eu sei que não poderia ter tanta cara de pau de invadir a sala de papai, mas minha mente agiu por mim.
Caminhei em direção a porta da sala, coloquei minhas mãos sobre aquele pequenino livro que estava a minha frente.
Mexi, peguei. olhei. usei.
já pensava nos berros de papai
Nunca me submeti a tão baixo, toda infância aprendi como comporta-me e de que me adiantas?
Quantas foram as vezes que papai disse paraudasse-no não entrar em sua sala, que por sinal era indescritivel.
felizmente apreciei o livro que tanto queria, se bem que não era bem um livro.  Falava de ações,  imprensas, sobre mamãe e eu, era estranho, parecia a história de minha família, não cheguei a lê-lo, mas apenas folhea-lo e no final falava alguma coisa sobre morte, sobre o mar e como se beneficiou, foi apenas palavras que consegui capitar imediatamente.

Realmente o quanto de papai era magnifico, com tamanha exuberãncia e cultura, quem dera eu ter um desses.
Objetos raros, um relógio antigo, porcelanas, vasos.
Fiquei demasiadamente tonto, toquei em tais objetos, como se pudesse tocar em objetos de museu.
Não pensei. Minha comtemplação e meu exito era alucinante, com tamanha grandeza.
Barulho, forte barulho.
No chão era apenas cacos de vidro, tentando camuflar-se no tapete de lã de papai, refletindo meu rosto tenso e pálido, estonteamente assustado. Posso dizer que realmente corri por toda casa, atras de uma singela vassoura e uma humilde pá. Tentei limpar, pegar os cacos, mas apenas causou-me mais estragos, maldito copo de água, espatifou-se no tapete, assim como aquele vaso, jarro ou algo parecido.
De um lado o tapete brilhando por estilhaços de vidro irritadoramente grudados, por outro lado água percorrendos os moveis de papai. Situação agonizante em desespero totalmente desesperado, abaixei-me e com as proprias maõs, comecei inutilmente pegar os minusculos cacos no tapete, onde meus dedos apenas ficavam furados e sangrando. Não sabia mais o que fazer, fui até o banheiro, peguei um pano molhado, cujo veio respigando os corredores que passei, coloquei o pano por cima dos cacos para que grudasse, porem o torci com as mãos, para meu pranto, cortei-me por inteiro, dor agonizante passei, lembro-me de como ardia, meus olhos franziam aleatoriamente.
Ao fundo uma porta se abria, pequeno barulho irritante, quando olhei para baixo, vi uma figura conhecida, papai entrava devagar cansado de mais um dia de trabalho. Ele andou em direção a cozinha enquanto eu achava um jeito de me enconder. Pensei muito, mas para que? Apenas esperei
Papai voltava, subiu as escadas, enquanto eu ali chorando com a vergonha em minha costa, ao observar o corredor, viu a porta de sua tão estimada área de trabalho, sua sala, como quem visse sua casa sendo assaltada.
Suas mãos tocaram-lhe a porta, afastou, olhou.
- Frederico, o que fez? - Disse isso e mais um punhado de coisas.



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http://nerwensurion.blogspot.com/2009/07/lembrancas-do-velho.html  (parte 2)
http://nerwensurion.blogspot.com/2009/06/conto.html   (Parte 1)

domingo, 22 de agosto de 2010

Lembranças do velho

Depois de tanto tempo a continuação.
http://nerwensurion.blogspot.com/2009/07/lembrancas-do-velho.html  (parte 2)
http://nerwensurion.blogspot.com/2009/06/conto.html   (Parte 1)



Apesar de Catarina completar dezesseis anos, nada comparava a tamanha beleza e alegria, era mais bela que seus queridos jardins, doce natural, seu cheiro como jasmim.
Aquela que meu pobre coração ingenuo amou, e que meu pobre coração ingenuo continua amando.
-Verdade Catarina, pode existir qualquer distração mas distração melhor que ti não há.
- Ah! - susurrou ela com sua face angelical. - Não seja mentiro, creio que passaste tempo melhor ao lado de seus novos amigos. -  Comentou com seu classico cinismo.
- Nada mais serio, minha amiga. - Em um instante ainda posso sentir quando tocou minhas maõs, suspiros de minha parte.
- Meu filho, voltou, que bom, agora posso dizer-lhe o quanto sofre o coração de uma mãe.

Ao chegar perto de mim, palpou meu rosto, beijou-me, disse tantas coisas que sequer entendi.
-Olha como cresceu, em tão pouco tempo, a cada dia que o vejo, eis um homem.- passou e olhou-me - Fisionomia de um homem, eterna criança ao meu coração. - Morro de saudade de ti, meu filho, fico feliz por ter voltado logo.
-Não mais aguentaria de saudades, tanto de ti, como de todos. Apesar de passar bons momentos com papai, minha vida pertecence a esta casa.
Portando tempo lembro-me do rosto de mamãe naquele dia, tão claro, tão jovem, mesmo para uma mulher de sua idade, alcançando o quarenta e derivados.
A verdade é que de verdade cada um sabe de si.
- O que es isso minha mãe? porque choras?
- Fique bem, meu filho! - Ela apenas sorriu e seguiu caminho a copa.


Capitulo III - Nuvens negras?


"Meu desejo é representado em forma de cubismo,
levando chutes pela culatra
Do destino estou.
Minhas lembranças dos tempos gloriosos
Nada me fortalece
Amada minha que um dia
Sonho em ver novamente
Pelos arredores das nuvens negras socorrer"

Pensava eu sobre mais um das gabolices ditas. Nuvens negras? Que diabos tomou-me a mente, significado? é mais um das questão, amor meu caro, apenas o amor que me deixas cego ou exata velhice mesmo, consequencia, acho que estou virando como aquele meu velho amigo lunático e gaiato da esquina.
- Não há questão. 

Capitulo IV - Meu velho amigo.

João amava a europa, até mesmo queria ir comigo ate lá. Todos os dias conta-me historias de Paris, imperadores espanhois, historias de amor mortais, senhores superlativo, era um modo de dar feição para sua vida de conselheiro, talvez de decorar palavras meigas, porem fortes, mas de carater calculista.
Suas roupas preta e sua cartola cobrindo seus fios de cabelo branco e sem precisar, uma bengala, que dizia ser elegante para um homem como ele.
Olhar frio, carater calculista, franzino e explendida educação.
Meu velho amigo fiel.


Capitulo V - Delirio por trás de angustia


Primeiramente, lembrei-me da figura de um vendedor de relinquias, um comerciante altamente famoso pelo Rio de Janeiro, São Paulo, até mesmo Mato Grosso do Sul e algumas outras boas cidades. Por alguns dias após conhece-lo, senti-me curioso ao ver teus objetos raros, que ultrapassada o tempo de minha estimada avó. Eis que agora lembro-me de algo mais, algo que levou-me a comtemplar por alguns milésimos: Milésimos de deliro por trás de angustia, angustia por trás de dor e dor por trás de viver.
Ao contemplar tanta destruição, não pude mover-me pelo gelo cortante que me pregou em uma estaca. Uma vez que virei para a natureza, um dia esbelto, pus-me a rir, a rir pela ingratidão, pela impureza, pela motivação de adquirir a mente, calamidade morta e desbotada.
A resposta foi abaixar-me ao nivel do solo podre, para que meu antigo sonho seja feito, mesmo na podridão que existia. Desejo? De unir-me a tal alvas relvas, agora seco e desgasto; da imensidão de minha primavera, agora pela imensidão de inverno congelante; De ter algo bom quanto Catarina saltitante, alegrando suas relvas amigas; mortas e consumida pelo suas relvas inimigas.
Voltando ao comerciante rigido, porém extrovertido, pude lembra-me de um objeto que chamou-me a atenção: Um livro. Sua capa de pele animal, que foge de minha admiração, mas que não posso negar sua formosura. Tudo neste livro tinha a vastidão de cantigas e nada escapava-me a compreensão, pois cada contorno de seus desenhos, perdiam-se os leitores, curiosidade de decifra-lo, onde cativou-me os orbes. Palavras breves, que deixava-me estufato de le-lo, significativas e pontuais. Antes de le-lo, perguntei ao comerciante fraces, cujo nome era Francisco Duarte, pergunte-lhe sobre se era dele ou de alguem. Ao ouvir esta ultima palavra, a figura soltou-se aos risos, breve e que logo evolui para uma gargalhada, extremamente alta e respondeu-me.
- Se algum conhecido me deu? - E por mais uma vez, voltou-se a antiga cena, gargalhou.
- Conhecido que apenas conheço, nada me dão. - C om um tom levemente parecido com o de joão, agora sério e emburrado. - Nada sabe o quanto gastei, para satisfazer-me, meu filho e agora veja como estou, vendendo ate a alma, mas tempos gloriosos consegui com tais, sabe como é né meu caro.
-Pensei que fosse doações, desculpe-me. - respondi e continue a apreciar o livro que consumia rapidamente.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Uma caixa de fósforo queimada, com todos os seus fósforos dentro destroçado. Então voce joga a toalha de lado, la no banheiro e lava as mãos.
Não bebe nada, ou seja, não bebe agua, mas se enche de cachaça. Muito alcool. Muita cocaina. Muito café.
Tudo é bem confirmado só de olha-lo. Então é quando voce da um pulo na cama, olha para o teto, cheio de mofo, pensa em fazer alguma coisa, algo normal, talvez com efeito, olha os papeos higiênicos do lado, uma lata de cerveja em outro lado, molha o papel e joga no teto.
Finalmente a noite fica calma, um silencio contagiante, maravilhoso e apenas vem barulhos ao longe. Barulhos chatos, porta do andar de cima sendo arrastada, alguma pessoa se suicidando, vadias gemendo.
Pensa. Dia desgraçado, passado na fila do banco, olha para o teto, pensa no amanha, pensa em suas tarefas domésticas, mais contas, trabalho e todo o lixo cotidiano a ser feito, que debilitadamente nos coloca em união com quem somos. Subordinados. 
Só passam novelas e toda essa lenga lenga, adolescentes neuroticos, bandidos com suas novas girias mundanas para estreiar, mulheres estrupadas, crianças jogada pela janela. Na mesa jornais sendo acumulados, apenas serve para catar merda do luck ou colocar em cima do mijo dele, perfeito.
Que nada. Voce levanta liga o som alto pra caramba, mas é só voce que ouve. Ouve uma bateria descontrolada acompanhada por um guitarra alucinada, o ódio sobe na cabeça, com vontade de matar fulaninho retardados que andam pelas ruas, com cara de noia malandro. Não, não é verdade que a felicidade me assusta. Mas onde esta a graça? Que merda de graça tem no beco do lado onde estrupam criança ou se um azarado do caramba é atropelado e seus ossos saem pra fora. Que monte de merda. Acho que o cheiro de cachaça anda ostentando meus neuronios.
Voce olha para e vê o quanto conquistou por ser nerd da escola. Se lembra. Os anos passam e voce volta a escudar, faz curso de tudo e não conclui nenhum, entra pra universidade onde tem quinhentos igual voce.
Ainda podre deitado sobre a cama, come uma jujuba, ops é remedios. Come uma pizza de pobre de preferência mussarela de alguns dias atras, esta na pia, onde garrafas fazem-lhe companhias, quem vai lavar? talvez as baratas, mosquitos, formigas que andam pela cozinha, procurando alimentos para teus filhotes. Se tem medo? elas ficam la transitando pelos arredores, sinonimo de porco é moda.
Depressão é o que há meu caro, quantos são os que vivem virtualmente e criam-se, pois ao andar entre as esqunas passam despercebidos.
Meninas querem bunda e seios gigantes, meninos tambem.
Férias voce procura, todos procuram, onde esta, talvez o dinheiro.
O desejo de matar neguinho por ai é grande, fazer o que, é mais um pobre mundano, que esconde-se atras do seu eu imaginario.
Ninguem te conheçe, desde que voce não seja um conhecido.
Dormiu na garagem de novo, antigamente voce dormia na tv as 3 da madruga fora do ar, realidade, hoje voce assiste no mesmo horario putaria.
Caramba, colegas e colegas, engravidam aos 14 e os namorados ja provideciam uma clinica açogueira, onde vão enfiar agulha para não deixar que seus atos falem por si só. Em mundinho vagabundo aborto é provilegio.
Uma caixa de fósforo queimada, com todos os seus fósforos dentro destroçado. Então voce joga a toalha de lado, la no banheiro e lava as mãos e vive novamente.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Pão

 ...

Era um pão bonzinho, feito por maos de um bom padeiro.
Ele tinha um grande sonho, de ser o melhor pão para o hamburguer famoso mais fresco que ja podia existir e não passado como o do mcdonalds. Sonhava em aparecer em um outdoor, com sua marca exposta, e sua boa estrutura gordinha envolvendo-se no fresco hamburguer, com um alface natural verde como grama artificial, uma fatia nada poupavel de um bom queijo suiço, com catchup e mostarda percorrendo suas partes douradas, este era seu sonho.
Mas ele sabia que era o sonho de muitos. Todos seus amigos pães, queriam aquele lugar privilegiado, ao lado das grandes e boas batatas muito bem fritas, refletindo sua cor amarelada, e a fumaça que percorria ao redor.

Infelismente tudo não passou de um sonho...

Não foi aprovado e foi parar no mcdonalds, sua massa ficou esverdeada e foi jogado no lixo, onde um pequeno garoto achou, colocou uma salsicha no meio de suas entranhas e o comeu, onde suas partes ficaram presas entre o aparelho dentário do garoto. hoje cagado em um banheiro sujo de uma escolinha infantil, jaz a pobre bisnaga.


...

priscila f

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Segunda-feira

Como todos bem sabem, a maioria do que eu escrevo ou aconteceu comigo ou com alguém que eu conheço. Ou é simplesmente besteira que eu uso pra divertir meus leitores (hein?). Pois bem, segunda-feira, sempre há histórias.

Primeiro, domingo: estava eu, a caminho do encontro memorável com Pâmela e Priscila, vice-presidente desse blog querido, quando passo num bar, bar...boteco, vai. E ouço a maior gritaria. E penso eu, indo em direção aquele boteco para atravessar a rua: "ah...futebol! na certa! Palmeiras joga hoje pow!". Engano meu. Nunca vi tamanho alvoroço por causa daquilo. Estava rolando a maior discussão filosófica sobre a grafia de uma palavra. Sim, é isso mesmo. Só ouvi "seu burro de merda, é Giló que se escreve, com G!", "burro é você animal, é com J, vai estudar seu monte de merda". E eu atravessei a rua rindo igual uma gralha (sim gralhas riem), e sai de lá antes que acabasse nos tapas, tava feia a discussão!

Segundo, segunda: na verdade isso é mais como uma confissão, mas vamos lá. Segunda-feira tranquila, acordei 4:00 AM como de costume, sai de casa rumo ao trêm/metrô/trêm. Cheguei, estava lá o trêm parado, e eu pensei OHHHH BELEZA! Por mais parivel que increça, sentei. Aih, ouço aquela voz demoniaca dizendo: "Este trêm não prestará mais serviços devido a falha, por favor desembarquem." meus queridos...sabe a reação disso? MUITA GENTE ME EMPURRANDO! E pior, eu consegui sentar novamente...foi quando aquilo aconteceu. Me aparece um velhinho, olha pra minha cara como um cão sem dono, e lógico, eu dou o lugar. Nunca me arrependi tanto. O trêm a cada estação ficou pior, e o velhinho ali, aquele puto, nem pra segurar a minha mochila, feliz e tranquilo tirando uma soneca. O metrô simplesmente ficou lotado, e é incrível quão grossas as pessoas são nesses lugares. Só hoje levei uns cinco empurrões. Na próxima vez, aproveitando que estou de fones, vou fingir que tô durmindo, porque esses velhinhos...já saquei a deles. Só pra sacanear, lá vai uma piada de velhinhos:

Tres velhinhos conversavam sobre o melhor modo de se morrer.
O primeiro disse:
- Eu gostaria de morrer num acidente automobilistico, batendo o meu carro a 200 Km/h...
O segundo disse:
- Eu prefiro morrer dormindo...
E o terceiro o mais velhinho de todos, disse:
- Ah, eu gostaria muito de ser assassinado por um marido ciumento!


Besta sou eu!

Beijo pessoas! Hasta la vista!

Rock in Rio

Rock in Rio está de volta a tona, finalmente vai honrar o nome e não mais lisboa, fontes dizem que sera em 2011, apartir de 23 de setembro. Mais de cem bandas viram, agora resta saber quem, alguns ja vem sendo confimado, mas não sera bem um ROCK in Rio, mas uma espécie POP in Rio, com promessas dos organizadores como Beyoncé, Lady Gaga, Metallica e outras, é bem provavel que esses realmente compareceram, conforme a midia, pois estão em alta.
Já vem sendo confimado a presença de Pitty, Tony Garrido, Frejat, Jota Quest, Sandra de Sá, NX Zero, Ed Motta. "Participei de uma edição em Portugal e foi maravilhoso. Mas tocar no Brasil é outra 'responsa'. Medina procurou meu empresário e a gente acertou tudo. Fiquei muito feliz com o convite", disse a roqueira baiana Pitty.
Como visto nem só de Rock and Roll prevalecerá no Rock In Rio "Vamos ter um dia de reggae, dois de pop, um de música eletrônica, um de rock e um de heavy metal", contou Medina. Uma tenda de música eletrônica e contará com DJs nacionais e internacionais. Alem do mais, terá area vip, com bufê e telões, climatizada para 2.000 convidados..
Mas nem tudo esta perdido, assim como o rock no Rock in Rio, ainda terá roda-gigante e outros brinquedos de parques de diversões.
Para quem achou que seria de graça, enganou-se o preço do ingresso para cada dia de shows ainda não foi definido, mas Roberto Medina afirmou que o valor não vai ser superior a R$ 180 (inteira). "Vamos criar uma espécie de cadastro para vendas antecipadas", avisou.
São muitas as surpresas do Pop in Rio ou melhor Rock in Rio, Pois é, nem tudo que reluz é ouro, nem tudo que canta é passarinho, nem tudo que esta de cabeça para baixo é mocergo, nem toda boa comida é de mãe.
As novas promessas do pop invadiram o Rock in Rio.

Até +

De dois em dois


“Tem horas que é caco de vidro
Meses que é feito um grito
Tem horas que eu nem duvido
Tem dias que eu acredito.” - Paulo Leminski

Cada dia convem seus males!!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Capitulo 1: Lentes


De suas lentes côncavas Ed observa seu mundo. E seus olhos castanhos, ofuscados pelo brilho do sol que encontra suas lentes sujas, observam o seu quarto vazio. Pôsteres na parede relembram-no de quem um dia fora, e o espelho, do que hoje havia se tornado. Talvez suas lentes velhas ofuscassem seu verdadeiro caráter. Via-se mais velho e robusto, como vitima da genética tornou-se calvo. Seus olhos castanhos vivos de outrora, enchia-se de rugas por toda fronte. Lembrou-se de tudo que não havia feito, e sentiu saudades. Questionando-se sobre como teria sido se tivesse escolhido outros caminhos, culpando os cientistas e a teoria do caos, bebendo a mesma cerveja amarga de sua juventude. De fato, a vida não tinha sido de toda ruim. Na verdade se casou, teve filhos, foi feliz. Fez o certo. E repetia para si mesmo: “Fiz o certo”. O certo... Qual será o certo? Passou pela vida simplesmente.. Amou e sofreu, e depois, nunca mais amou. Sua vida sempre foi uma série de acomodações...Acostumou-se com o que a vida lhe entregou. Mas agora...Pensava se realmente fizera o certo. Definitivamente, são as lentes. Perspectivas mudam. O universo é todo relativo. Com um canivete, Ed rasga sua mão como quem fatia manteiga para as panquecas. “Será que ainda sinto algo?”. Dói, e a dor parece ser a única coisa real naquele quarto. Olha-se no espelho novamente, como quem espera que a imagem mude. “O que me tornei?” pergunta ao velho calvo no espelho, e não recebe nenhuma resposta. Tirando os óculos, e observando seu reflexo no espelho novamente sabe que a resposta só pode ser: “Eu cresci”.


sábado, 7 de agosto de 2010

Spartacus: Blood and Sand


Serie perfeita, diferente das series como Xena ou Hercules, muito mais bem produzido, com efeitos modernos, praticamente um 300, muito bom, ainda mais como artistas como a Lucy Lawless (Xena) que fez uma participação na 1 temporada. confiram!!

"Spartacus: Blood and Sand
é um seriado da Starz (produtora de Party Down) estreado em Janeiro de 2010. A série é focada em Spartacus, o famoso escravo que se tornou gladiador e liderou a mais célebre revolução da Roma Antiga. Sua história já foi narrada em diversos livros, telefilmes, games e foi imortalizada pelo cineasta Stanly Kubrick em seu filme estrelado por Kirk Douglas. Agora, é a vez dos produtores Joshua Donen e Sam Raimi (diretor da trilogia Homem Aranha) contarem a jornada do ícone histórico na série Spartacus: Blood and Sand.
A série foi filmada na Nova Zelândia, local onde Raimi trabalhou em sua produções anteriores, Hércules: A Jornada Lendária e Xena: A Princesa Guerreira, e apresenta uma estética reminiscente do filme 300."

E o que esperar de diretores assim é uma grande serie, simplismente.

Para tentar contornar os problemas que envolvem uma adaptação histórica, os produtores optaram por tomar liberdades para contar a enredo da série. Desta forma, a trama acompanha o soldado trácio Spartacus (Andy Whitfield) que é sentenciado à morte em uma arena após desafiar o comando de Claudius Glaber (Craig Parker, O Senhor dos Anéis). Como previsto por Spartacus (e ignorado por Glaber), a vila onde vivia o trácio é atacada por bárbaros, e não há nenhum romano ou homem por perto para defendê-la. Em um ato de rebeldia Spartacus retorna para casa e salva sua esposa da morte certa, fugindo com ela logo após, temendo a represália de Glaber. Mas esta não demora, e Spartacus é capturado e levado como escravo, mesmo destino de Sura, sua esposa, separada dele ao ser vendida a mercadores sírios. Ao ser jogado à morte na arena para a diversão da plebe, ele surpreende a todos e vence a disputa, matando quatro gladiadores, demonstrando que não irá morrer enquanto não reencontrar sua esposa. Depois do "show", Spartacus é comprado por Batiatus (John Hannah, da trilogia A Múmia), que pretende lucrar com seu novo escravo e colocando-o nos combates de arenas. No entanto, o treinador de gladiadores Doctore (Peter Mensah, 300), desaprova a idéia de ter Spartacus como um gladiador, uma vez que ele é movido pela vingança. Em vários episódios que seguem é enfatizada a força de vontade que Sura inspira em Spartacus, dando a ele forças para enfrentar os horrores a que é submetido por não querer seguir as ordens de seu novo Dominus.

Spartacus: Blood and Sand, que ainda traz Lucy Lawless (Xena) em seu elenco, promete 13 episódios repletos de ação, sangue e luxúria. Ainda promete ter cenas de sexo nunca antes produzidas na TV. Antes mesmo de sua premiere, Spartacus já mostrou que veio para ficar e para a surpresa de muitos, foi renovada para uma segunda temporada , que deverá se chamar Spartacus: Vengeance. A renovação foi anunciada recentemente e demonstra que o canal está realmente apostando alto na trama.

(Muito bom) veja: fonte