sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Ho-ho-ho


Olá moçada, como vai o animo? Devo dizer que os meus andam bem apesar dos pesares! Como previa, não consegui passar na universidade que eu desejava por motivos óbvios: vim de uma escola horrível e um ano de cursinho não foi o suficiente! Mas, desistir jamais, somos bravos! Fiquei revoltada, vou confessar, chorei, sai correndo no desespero, me chamei de inutil, mas algumas vezes é preciso deixar a corrente levar pra não se afogar sabe? Isso já disse uma das pessoas que eu mais respeito, Cris. O que essas provas me provaram? Que eu ainda não estava preparada, mas eu vou estar pode crer! Ano que vem eu vou chegar na sala, olhar bem pra cara daquela prova, encarar mesmo entende? E então vou dar um tapa na cara dela, mostrar quem manda, mostrar que desde a ultima vez que nos vimos eu evolui muito, e que agora ela quem deve me temer. Vou fazer minha hora! Pra todos que lerem isso e também infelizmente não tenham conseguido passar, eu so tenho uma coisa a dizer, tente outra vez! Algumas vezes você precisa aceitar o fato que não deu certo, parar de nadar contra a corrente e deixar ser levado...era pra ser assim. Não me peça para escrever um livro de auto-ajuda, isso não é auto-ajuda mesmo! Raulzito já disse isso há muito tempo e eu repito novamente: Tenha fé na vida, tente outra vez! E eu mesma digo isso a muito tempo: o jogo so termina quando acaba. O jogo ainda não acabou.

2010 chegando hein...puts.
Passou rapido ou é impressão minha? Caralho, outro dia era meu aniversário! (Falando nisso, quero meus presentes em fevereiro) Enfim pessoas, só passei pra dar o ar da minha graça (não ria) e desejar um Feliz Natal e toda aquela coisa melosa de final de ano ;D



Meu natal não foi um dos melhores, vamos torcer por um ano novo melhor! Só pra falar que eu não to deixando a desejar com esse blog, prometo que antes do final do ano (mesmo que falte 5min) eu postarei algo descente, informativo, instrutivo, enfim, algo bão sô.

Beijos pessoas felizes, espero que ano que vem seja ainda melhor! Ah e lembrem-se: O jogo ainda não acabou, não pense como o final de um ano, pense como um recomeço de um ciclo! A vida não para. Feliz vida!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Kabuki


Desta vez falarei do teatro japones, conhecido como Kabuki.

Em termo de arte no Japao, o teatro kabuki foi um dos mais importantes, pois assim como os tipos de forma artistica japonesa, ela usava pessoas, representanado sua realidade cotidiana, ficçao, fantasia, e etc.
Ainda na era Meiji, o japao passa do feudalismo, para uma civilização industrializada, com publicos europeus e americanos, conhecendo a arte e a cultura japonesa, entretando, ele encontrariam toda essa tradiçao, apartir do kabuki, que abordava varios temas, ate mesmo surreais.
Uma de suas caracteristica, é a variedade de cores e a importancia que elas trazem. Deparamo-nos com o cenarios e ficamos pasmos, mais ainda quando surgem os atores, com a marcante maquiagem branca, vestes coloridas, rica em afeitos visuais de extremo exagero, infelismente para assistir um bom espetaculo só é possivel no Japão, ou esperando festivais de companhia kabuki no territorio.
KA - BU - KI ou melhor cantar - dançar - representar, os espetaculos sao descontraidos, dedicado a qualquer publico, tem o objetivo de contagiar o publico, sendo grosseiro, gentil, elegante, vulgar, dentro outros aspectos.
Apos mais de 300 anos do antigo costume japones, a continuaçao do kabuki, apenas da-se por herança familiar dos atores. A criaçao do kabuki, veio de influencias do teatro nô, do Bunraku (teatro de marionetes) e do ryogen, passou-se entao a definir-se com caracteristicas diferentes.

Mulher e homem - Papel.


No inicio, apenas mulheres eram atrizes de kabuki, portanto, vestiam-se como homens, para apresentaçoes. Devido a este fato, provocou escanda-lo, muito dos interesses dos homens nesta epoca, era a beleza das mulheres e entao o 'okuni-kabuki" passou a ser proibido pelo governo; Okuni dava-se ao exagero no sensual e no sensacional, colocando a imoralidade da sociedade, amante do materialismo e coisas mundanas.
Na era Genroku (sec. XVII) surgiu o "Wakashu-kabuki" formado por rapazes novos, que tornou-se proibido tambem.
O que vemos hoje, é o verdadeiro kabuki, formado apenas por homens, cujas maiores caracteristicas eram transformar-se em mulheres, era uma especializaçao, a beleza de "Onnagata" o comportamente de uma mulher, apesar de todo o exagero, era natural do pensamento do homem, é uma caracteristica apenas do Japao, apesar do teatro europeu e da inglaterra na idade media, tambem vestir-se de mulher, mas foi marcada no Japao.

Maquiagem - O personagem.

O que chama atençao nos artistas kabuki, é a maquiagem forte usada, marcando os olhos, com contornos vermelhos, a boca e os cilios. tudo gira em torno de simbologias que representa o que é o personagem, sua personalidade e temperamento.
"o branco a mulheres jovens e com amor, o vermelho a ira e a furia, o azul e o preto aos viloes, os verdes ao visitantes e espiritos diabolicos, o cinza a melancolia"
nao só o rsoto, mas a vestimenta tambem é multicor. Tudo torna-se atraente. os movimentos sao ageis, feito com altos niveis de perfeiçao, tanto em danças e na movimentaçoes de pés.
O "mie" é uma pose conduzido por um só ator, outras pelo grupo todo, quando tem que expressar ira ou outro sentimento de emoçao forte. Os braços estendidos, dedos rijos, dando impressao de força concentrada, pode ate ser estranho, mas é o que forma as expressoes do Kabuki.

O kabuki nao temia o governo, pois como eram feitos por pessoas comuns e para publicos comuns, nao se preocupava em agradar-lo, ate mesmo interpretavam alguns guerreiros, imperadores, nobres, etc em forma de sarcasmo e ironia.
Por um repertório popular. alguns sao comoventes, como pessoas de classes pplebéia mostrando seus sonhos e problemas. alguns interpretavam amores proibidos, mostrando o suicidio que logo foi proibido pelo governo, tendo semelhança a romeu e jullieta.
assim dentro da era Genroku, o kabuki perdeu sua fama, dando espaço para o Bunraku, pois o fortalecimento dos dramaturgos no bunraku foi imenso, isso puxou a atençao do publico, enfim, o kabuki deixou-se sua gloria, ate o periodo de restauração Meiji

Apos a queda do xogunato Tokugawa, o Japao foi aberto para o ocidente, com o fim dos samurais e das duras regras que exercia no pais ao isolamento do Japão. os atores entao, passaram a trabalhar para reerguer sua fama.
na segunda guerra, muitas casas de kabuki foram destruidas e a ocupaçao americana proibiram as casas das artes japonesa, tanto o kabuki, como bunraku, casas das gueixas, e de pinturas.
apenas em 1947, as apresentaçoes recomeçaram.

O Kabuki hoje


Os atores de kabuki mais famosos, ate fazem papeis na tv e no cinema por ser bom, assim como Bando Tamasaburo V, um dos mais conhecidos por interpretar mulher, shichinosuke nakamura (dos irmaos nakamura) que fez um papel importante no filme americano "o ultimo samurai", e outros atores.
Ontem e hoje, o kabuki tem de buscar influencias do mundo atual para poder transforma-lo.

Abraços!
priscila

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

The Cranberries no BRASIL!!!

Finalmente o esperado!
Depois de a Dolores, agora a banda completa, ira apresentar-se no Credicard Hall.
com quatro shows marcados para janeiro e fevereiro, primeiro eles vao para o rio de janeiro e depois vem o brasil. enfim os sortudos que puderem ir no show, consulte o site www.ticketmaster.com.br,
podem adquirir o espaço VIP que esta entre 300 reais por ai ou na plateia normalmente que esta na base de 100 por ai, infelismente minha carteira de estudante jaera e ainda nao tenho mais de 50!!!



(desabafo - cara eu quero ir!!! )

Exposição fotográfica "Kenji Ota"


16 de dezembro – a exposiçao continuara todos os dias ate domingo 17 de jan de 2010

Onde:
Sesc Santana - Avenida Luiz Dumont Villares, 579 - Santana - São Paulo - SP
Sociedade para Integração BUNKYO

O Sesc Santana apresenta a exposição do fotógrafo Kenji Ota com entrada gratuita.

Com trabalhos voltados para a fotografia experimental, Kenji utiliza-se de diferentes suportes e materialidades.

Mergulhado na tradição oriental, sua produção evidencia a valorização do acaso e destas experimentações na prática fotográfica.

Informações: (11) 2971-8700 / email@santana.sescsp.org.br

para quem nao sabe Kenji Ota é professor de fotografia da universidade mackenzie e senac.
Graduado em filosofia pela Faculdade de Filosofia da Universidade de São Paulo em 1980 e Mestre em Artes pela ECA/USP.
Kenji Ota pesquisa porcessos alternativos na fotografia seja no tipo de suporte, seja no processo de revelação, ou mesmo no modo de captação da imagem.

confiram!
abraços

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Minas



ê beleza, minas neste fim de ano é linda!
é a cidade que mais gosto depois de sampa e por isso decidi postar alguma coisa a respeito dessa grandiosa cidade.

bom nada mais nada menos que o segundo estado mais populoso do brasil, onde tem o maior ponto rural, com todo a beleza arquitetonica que há, ainda do seculo XVIII.

seu desenvolvimento agricola, sao os que mais avançam com produção de cana-de-açúcar, café, soja, milho, abacaxi, cebola, feijão e banana. Na pecuária, os maiores desempenhos são da bovinocultura de corte, suinocultura, avicultura e a produção de leite

o que mais me chama atençao sao os campos, cheios de montes, ate mesmo o sol que nao me atraia, la eu gosto.
varios sitios arqueologicos




Fernanda Takai (pato fu) - simplicidade

domingo, 29 de novembro de 2009

Domingo improvável



Olá pessoas! Na verdade, sem muito o que dizer hoje, só trago uma indicação de um espetáculo provavelmente sensacional! Fica a dica pro domingão, nada de faustão hoje moçada, todo mundo no youtube vendo cia barbixa de humor e o espetáculo 'improvável', ah quase me esqueci de dizer: amanhã resultado da UNESP para a segunda fase hein?! Nervos a flor da pele, torçam por mim galerê!

Beeeijo. Bom domingo (com ou sem faustão ;D) !

Nova adaptação para 47 ronins


La vamos a estreia de mais um filme japones, estrelado por ocidentais ¬¬'
47 RONINS uhu!! ja assisti o antigo e praticamente foi o melhor filme que retratava a historia do japao feudal, entretanto, hoje o diretor de "velozes e furiosos" ira comandar na direçao do filme, estrelado por nada mais nada menos que "keanu reeves" sim, voce nao esta enganado, é isso mesmo, eu fiquei passada quando vi esta noticias, as gravaçoes do filme nao sei se ja esta rodando, mas keanu ja esta de acordo com as caracteristicas que ira interpretar uns dos samurais, provalvelmente fara o papel principal. mais voltando aos ocidentais, porque estrelar um filme japones com atores ocidentais? se bem que o keanu tem um pouco alguma caracteristica japonesas nos olhos, eu acho. mas tem tanto japas atores no EUA e no JAPAO que eles poderiam usar.
enfim, obviamente vai ser um grande filme, pois a historia dos 47 ronins, foi e ainda é de grande importancia para a naçao japonesa. estou contando com a participaçao de atores japoneses como ken watanabe (o ultimo samurai), Hiroyuki Sanada (o ultimo samurai), asano tadanobu, mitsuki koga, jo odarigi (shinobi) que fazem perfeitamente o papel de samurai.
resta esperar.

A lenda dos 47 RONINS
A história veridica dos 47 Ronin da provincia de Harima é provavelmente a história mais conhecida do valor dos ideais e valor do Bushido.

A lenda começa em 1701, um tempo de paz durante o Shogunato de Tokugawa.

O Shogun Tsunayoshi vivia e reinava em Edo, enquanto o Imperador, que tinha muito pouco poder politico, vivia em Kyoto. Para mostrar respeito para com o Imperador, Tsunayoshi enviava presentes para Kyoto por altura das celebrações do Ano Novo, e em retorno o Imperador mandava os seus presentes de Kyoto para Edo. Numa destas trocas de presentes Tsunayoshi decidiu enviar dois dos seus novos daimyos para receber os mensageiros imperiais. Naganori Asano-Takuminokami, Senhor do Castelo de Ako na provincia de Harima e Munehare Date, Senhor de Sendai. Pelo facto destes daimyos serem muito enexperientes em receber tão altos visitantes, o Shogun decidui designar um alto oficial chamado Yoshinaka Kira-Kozukenosuke para os apoiar.

Kira, que era um homem arrogante e de mau fundo, ficou bastante irritado com Lord Asano por este não o presentear com caros artigos em sinal de apreciação e respeito por sua ajuda. Desta forma,, Kira em vez de ajudar Lord Asano prejudicava-o sempre que podia e rebaixava-o publicamente sempre que tinha oportunidade. Depois de um par de meses nesta situação de abuso a tolerância de Asano terminou.

A 14 de Março incapaz de suportar mais os insultos de Kira, Lord Asano desenbainhou o seu Katana (em si uma ofensa capital quando efectuada dentro do castelo de Edo) e feriu Kira ao de leve. Por esta ofensa, o Shogun Tsunayoshi ordenou a Lord Asano que cometesse imediatamente seppuku. Kira, por outro lado, não recebeu qualquer punição. pelo contrario foi-lhe permitido continuar com os seus deveres oficiais.

O facto do Shogun não ter punido Kira e ter ordenado a execução de seppuku a Lord Asano irritou por demais os seguidores e amigos de Asano.

De acordo com as leis reinantes quando um samurai cometia seppuku, o seu castelo era confiscado pelo Shogun, a sua familia era deserdada, e os seus 321 samurai eram ordenados a separar-se e a dispersar, tornando-se assim Ronins. Os samurai de Asano não estavam muito conscientes de como actuar perante esta situação. Alguns pensavam que se deviam recusar a entregar o castelo ao Shogun, outros achavam que deviam planear uma ação de vingança e matar Kira, outros achavam que deviam respeitar a lei e render-se pacificamente.

Oishi Kuranosuke, chefe conselheiro de Lord Asano, depois de ouvir todas as opiniões transmitidas pelos samurai decidiu traçar um plano. Ele iria pedir ao Shogun o reestablecimento da "Casa de Asano" encabeçada pelo irmão mais novo de Lord Asano, Daigaku. Se esta petição falhasse os samurai de Lord Asano recusar-se-iam entregar o castelo e defende-lo-iam até à morte.



Nos dias que se seguiram, enquanto os agentes do Shogun se encaminhavam para Ako todos os samurai que se oponham à petição foram saindo do castelo, deixando apenas 60 samurai fieis a Lord Asano. Mesmo antes que qualquer dos emissários do Shogun chegassem ao castelo, Daigaku Asano enviou uma mensagem a Oishi pedindo-lhe que obedecesse às ordens do Shogun e entregasse o castelo.

Oishi e os restantes 59 samurai aceitaram o pedido de Daiguku, mas antes de entregarem o castelo decidiram traçar um palno de modo a restaurar a honra de seu mestre Lord Asano matando Kira, cujo caracter pouco tinha a haver com os samurai e que tanta desonra trouxe à familia de Lord Asano. Apenas a sua morte reporia de novo a honra a Lord Asano e a sua familia.

Deste modo separaram-se por forma a conceber e levar o seu plano em frente. Naturalmente que Kira suspeitava que os samurai de Asano tentassem vingar-se dele. Para afastar qualquer tipo de suspeita Oishi retirou-se para Yamashima, suburbio de Kyoto, onde foi ganhando a reputação de jogador e bebedo, o que fez diminuir a guarda por parte do Shogun, bem como os espiões de Kira.

O Shogun ainda com receio de que a questão da morte de Lord Asano ainda não tivesse resolvida ordenou a prisão de Daigaku Asano e sentenciou o seu confinamento e de sua familia a uma pequena provincia, acabando assim, com alguma esperança que pudesse haver quanto ao reestablecimento da "Casa de Asano".

Durante cerca de dois anos eles esperaram pacientemente, disfarçados de comerciantes, de vendedores de rua e até de bebedos, procurando obter informações sobre Kira e estando atentos aos seus movimentos por forma a encontrar uma oportunidade para tomar de assalto a sua mansão. Até que finalmente Kira relaxou e dimimuiu o desconfiança e a guarda a Oishi e seus companheiros.

Numa reunião secreta Oishi e os outros 59 Ronin decidiram que o tempo deles era chegado e que eles deveriam devolver a honra a seu mestre. Oishi decidiu levar consigo apenas 46 dos 59 Ronin. Ele decidiu enviar os outros 13 para junto das suas familias.

Um por um Oishi e os seu homens infiltraram-se em Edo, e numa noite nevosa de Inverno a 14 de Dezembro de 1702 os 47 Ronin atacaram a mansão de Kira enquanto ele dava uma festa do chá. Os 47 Ronin divididos em dois grupos atacaram a mansão pela entrada principal e pelas traseiras. Nessa batalha os 47 Ronin lutaram contra 61 guardas armados . Ao fim de hora e meia de batalha, os Ronin de Asano tinham morto ou capturado todos os guardas de Kira sem nenhuma perda.

Depois de uma busca pela mansão, Kira foi encontrado escondido na casa de fora. O Ronin trouxe Kira para o atrio principal e frente aos outros 46 deu-lhe a mesma oportunidade que foi dada a Lord Asano: morrer honradamente cometendo seppuku. Kira não queria cometer seppuku pelo que o Ronin o decapitou. Depois, para simbolizar a conclusão da sua missão, os 47 Ronin voltaram onde tinha sido sepultado Lord Asano no templo Sengaku-Ji e lá colocaram a cabeça de Kira, declarando assim a honra de Lord Asano redimida.

Preparados para morrer , Oishi enviou um mensageiro ao magistrado a Edo, informando o que tinha sido feito e dizendo que eles iriam ficar à espera no templo Sengaku-Ji, a aguardar ordens do Shogun.

O Shogun Tsunayoshi , em vez de ficar profundamente irado com o acontecimento, ficou muito impressionado com a enorme lealdade demonstrada pelos 47 Ronin. Este facto tornou a decisão de Tsunayoshi ainda mais dificil. Deveria ele apenas separar os 47 Ronin como reconhecimento pelo a sua enorme demonstração de lealdade para com o Bushido ou deveria ele puni-los de acordo com a lei?

Depois de 47 dias de reflexão, Tsunayoshi ordenou que Oishi e 45 dos Ronin se matassem, não como meros criminosos mas como honrrados guerreiros. O mais novo dos Ronin que foi enviado a Ako com a noticia da morte de Kira foi poupado a esta sentença.

A 4 de Fevereiro de 1703 os 46 Ronin foram divididos em quatro grupos e entregues a 4 diferentes daimyo, que foram ordenados de supervisionar e testemunhar as suas morte. Oishi e os outros 45 Ronin cometeram seppuku simultaneamente, dignificando-se no seu valente sacrificio. Depois das suas mortes, os 46 Ronin foram enterrados lado a lado com seu mestre no templo Sengaku-Ji.

Hoje em dia, a memoria dos 47 Ronin é celebrada numa peça chamada Chusingura que leva as audiencias as lágrimas. Adicionalmente, cada ano milhares de Japoneses visitam o local onde estão enterrados os corpos do 46 Ronin no Templo Sengaku-Ji para prestar homenagem à honra e lealdade dos 47 Ronin e a sua dedicação ao codigo do Bushido.


TEXTO tirado do site aikidobrasilia

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

kurihara Sadako



Conheci mais um de grandes escritores, desta vez, uma poetisa japonesa kurihara sadako que é uma Hibajusha, significa vitima da bomba atomica. Ela é uma poeta, que fez varias declaraçoes sobre o terrorismo e o doloroso momento da explosao da bomba e o sofrimento humano. Chegou a 400 poemas sobre todo o sofrimento terrivel.

Eu vi hiroshima
Nada se vê em Hiroshima.

Hiroshima: cidade de prédios e carros.

Casais de blue jeans cochilam
em bancos situados nos parques
uma criancinha corre atrás dos pombos sobre a relva.

O cogumelo atômico,
o cenotáfio -
São apenas gotas para instantâneos.

Não, isto é o que eu vi.
Pessoas sentadas em grupos como ascetas
sobre o meio-fio defronte ao cenotáfio.

Movendo-se lenta
e silenciosamente,
ligados em testes nucleares subterrâneos
no deserto de logínquos países
e no silencioso ruído das cinzas mortíferas
que explodem no ar,
gente que já viram o inferno atômico.

Pessoas sentadas no meio-fio
que conversam com mortos,
reunem-se aos mortos
para clamar pela paz.

Isto foi o que vi.
Gente em Hiroshima
sentados nos meio-fios
clamando pela paz.

RESPEITO PELA HUMANIDADE

Denunciaram-nos
por sermos
tão materialistas
mas o que dizer de seus
recursos humanos”?

Dizem: “É política de estado
portanto façam filhos!”
Isto parece que é fácil
como criar galinhas
para produzir ovos.

É política de estado”, dizem:
façam filhos!”
e no frigir dos ovos
o respeito pela vida
vai pro brejo.

Coisas de consumo
vinte anos depois
manifestem-se
contra a sistematização
da vida e da morte.

O militarismo
é uma abominação
mulheres do universo
até que termine,
não procriem!

O velho soldado, também
açoitado
com o chicote da besta
por não
bater continência.
Kurihara Sadako (1913 – 2005 Hiroshima – Japão)

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Conceito antes da concepção


É o dito 'preconceito' a qual acabo de sofrer e aqui escrevo infinitamente amarga. Acabo de sofrer um preconceito linguistico por ter sotaque e expressões regionalistas típicas do estado de são paulo (a qual eu pertenço, desde que nasci). A acusação não poderia ser mais fraca e mais baseada no nada que "O jeito que vocês falam é rídiculo, que tipo de pessoa fala 'nimim' ao invés de 'em mim'?" Porra, que tipo de pessoa fala? isso se chama variante linguistico meu caro! Eu não escrevo nimim, eu falo por ter esse sotaque e esse regionalismo, foda-se! Não gosta como eu falo ou me expresso? Foda-se também, não pedi pra ninguém falar comigo, foda-se quantas vezes necessárias!

Revolta? não meus caros. Apenas abomino certos tipos preconceituosos como esse tal que me discriminou.

Sempre que possível, quebre um preconceito, é o que eu digo. Agora, correr atrás de mim para me humilhar? Para me tratar como inferior por não ter uma fala pomposa como os manuais pedem? Ah me faça um favor, vá descascar batatas no cazaquistão, bem longe de mim!

Boa noite :)

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Confesso.




Caiu de joelhos. A ironia da situação era que não havia dor. Mas as lágrimas descerem-lhe por impulso; A dor existia apenas em seu ego, e ajoelhada no meio da passagem dos pedestres que tomam o trêm, blasfemou e rogou todos os santos, até perceber que eles não existiam e então reclamou de sua sorte, de joelhos e dores imaginárias. Seguiu hesitante por sua rota, lembrando de velhas canções e velhos amores que não eram tão velhos assim e por consequência eram vivos em sua alma. No bar da esquina tocava "Dazed and Confused' do Zeppelin. Sentiu-se vazia, só...como aquela gota de chuva que escorria em sua testa, tão viva quanto ela e mais breve que um suspiro. Uma gota só e frágil. Tão frágil que a pequena em sua testa dizimou-se após um esfregão com a manga de sua blusa. Mas logo as amigas dessa gota resolveram se vingar, e num relâmpago o céu desabou e ela correu para escapar daqueles pequenos grandes pingos. E invejou-os, por sua força.



Barriga cheia e coração vazio...

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Cantico dos loucos



Priscila Faria - dedicado ao mundo

Inutilmente nos meus sonhos de mistério
Tento consolar minha memória torta
Sem voltar a ouvir ou sentir
O meu corpo floresce solidão
E nem o ultimo de meus sonhos se conforta
Ainda se encontra dormindo meu porvir...

Debalde! Tento explodir meu desalento
Nos meus lábios cai a flor negra que alguém me deste.
No meu ouvido, clama pela morte a canção do inverno nevoento.

Minha mente, oh vida!
Não levanta nem primavera amarela
Nem som, nem rastro de verão.
Murchando as flores morrem na passarela
Expirando sem sofrer...

Sangue angustiante
Canta o hino de pavor
Correndo pelo meu desalento
Dando-me loucura por trás de terror
E medo por trás do lustral deserto

Invejo aquelas plantas que murcham e morrem
Sem fulgor
Cantando o hino negro e vazio
O hino do amor.

Ainda guardo aquela pequena rosa
Que me dera
Meu canto, tão forte e matinal quanto dos pássaros
Tão bela quanto o florescer da primavera

Flor que cada dia se vai
Pétala por pétala
Fulgor e contraste
Vai-se com meu adeus, minha rosa predileta.

Morrerei sem aparência
Sem aquela que dera a rosa
Morrerei gênio
Morrerei com dor
Nos seios da prostituta vida gloriosa

Lua forasteira
Conforta o sonho dos poetas
Na lua esbelta chega minha hora de prantear
Pranteei com perseverança que não se rebenta
Na grande noite lenta

Ó Vida! Porque isso me destina?
Porque minha alma ralada e suja
Não responde minha lamentável vida cretina?
Ò vida! Não me amaste
Em teus balanços de prostituta gloriosa que usaste?

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Coldplay no BRASIL



Aos fãs de coldplay podemos falar finalmente "viva la vida", estreia do novo cd no brasil.
Pena que os ingressos estão os olhos da cara(R$160,00 a R$600,00), bom mas ira valer a pena, assim como do radiohead (que nao fui ¬¬')
Voce é VIP? queria ser tu! divirta-se

Por final, visitem desesperadamente enquanto tiver tempo a exposiçao do MAM de arte comtemporanea, onde estao exposto varios objetos e esculturas modernas, com palestras indescritiveis e com monitores mais que qualificados. "ate parece que é construçao mais ja é ruina" perfeito ^^, visite tambem o pavilhao japones que infelismente ainda nao começou a expo japa, mas ira começar semana que vem!
Otimo passeio para o fim de semana

Emfim, obrigada por todas as visitas, se é que existe.
flw, abraços.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Faust Arp - Radiohead




Wakey wakey
Rise and shine
It's on again, off again, on again
Watch me fall
Like dominos
In pretty patterns
Fingers in the blackbird pie
I'm tingling tingling tingling
It's what you feel now
What you ought to, what you ought to
Reasonable and sensible
Dead from the neck up
Because im stuffed, stuffed, stuffed
We thought you had it in you
But no, no, no
For no real reason

Squeeze the tubes and empty bottles
Take a bow take a bow take a bow
It's what you feel now
What you ought to
What you ought to
An elephant thats in the room is
Tumbling tumbling tumbling
In duplicate and triplicate
Plastic bags and
Duplicate and triplicate
Dead from the neck up
Guess im stuffed, stuffed, stuffed
We thought you had it in you
But no, no, no
Exactly where do you get off
Is enough is enough is enough
I love you but enough is enough, enough
A last stop
There's no real reason

You've got a head full of feathers
You got melted to butter

(só pra postar ^^, té+)
p

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

How Soon Is Now?




[...]
You shut your mouth
How can you say
I go about things the wrong way ?
I am human and i need to be loved
Just like everybody else does

There's a club, if you'd like to go
You could meet somebody who really loves you
So you go, and you stand on your own
And you leave on your own
And you go home, and you cry
And you want to die

When you say it's gonna happen "now"
Well, when exactly do you mean ?
See, i've already waited too long
And all my hope is gone

[...] By Smiths

Tradução:

Você cale sua boca
Como você pode dizer
Que faço as coisas do modo errado?
Sou humano e preciso ser amado
Assim como todo mundo precisa

Há um clube, se você quisesse ir
Você poderia encontrar alguém que te ame de verdade
Então você vai, e fica sozinho
E você vai embora sozinho
E vai para casa e você chora
E você quer morrer

Quando você diz que vai acontecer "agora"
Bem, quando exatamente você quer dizer?
Veja, eu já esperei demais
E toda minha esperança se foi

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Ausência

Antes de mais nada, postando sobre minha infelicidade no quesito vida pessoal/ sentimental. Para mais informações leiam "Ausência" de Vinicius de Moraes.

Sem mais. Pouco feliz pra comentar mais disso.

Mudando de assunto:

House sexta temporada.

*-* maravilhoso...ri horas no primeiro capitulo, os produtores/ diretores conseguiram me admirar com o house e voltar a aquela atenção, como o primeiro beijo, amor a primeira vista novamente. Ah...

Grey's Anatomy
sexta temporada.
George morreu. Sem comentários.

Californication terceira temporada:
Continua maravilhoso, primeiros episodios me surpreenderam, gostei bastante.

Lie to me
segunda temporada.
Baixei, quando ver digo a vocês. Ah, lie to me passou a ser minha segunda serie favorita, depois de house claro!

Big Bang Theory terceira temporada?
Mesma situação de lie to me. Baixei, vejo em breve.

No mais: Love Hurts.

domingo, 11 de outubro de 2009

Contagem regressiva


Alguém já parou pra pensar que falta pouco mais de dois meses para o ano acabar? Como passou rápido esse ano hein povo! Ontem mesmo estava eu fazendo meus 17 anos, em fevereiro completo 18 e vou poder beber e ser presa como uma boa cidadã brasileira =D

Ah como a vida é curta. "Curta demais para ser pequena"

Ano que vem começo um processo que rezo para que não apequene minha vida. Medo, angustia, desespero.

Necessariamente nessa ordem é o que sinto.

Mas valerá a pena! "Tudo vale a pena se a alma não é pequena".

Agora, o céu será o limite.

domingo, 27 de setembro de 2009

Por falar em cansaço




Olá seres! Quanto tempo hein? Poisé! Aderi ao grupo dos proletários, e tem sido uma missão dificil arranjar tempo! Arranjei hoje e fui ao Viva Consul, lá no ibira! Muito bom Zélia, Fernanda Takai e Frejat.

Ah, muito bão de mais da conta sô!

Fotinha pra vocês!




E eu juro que quando tiver tempo conto como vão as coisas.

Saudade imensa de um ser que não quer mais falar comigo! Então já deixo aqui minhas desculpas e um pedido: Marcelo Jr. não fuja menino! Te gosto pra caramba!

No mais deixo um beijo pra todos vocês e um abraço bem apertado =D

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Falando em cinema

Nada melhor que assistir um filme bom no fim de semana.
Assisti AZUMI 1 apesar de ser uma filme meio vilhinho de 2003, é muito bom, é um filme conhecido mais pelos fãs de anime, rpg, ficçao, tipico japones. uma produção de artes marciais fantastico, é interpretado por uma ficçao, com poucos momentos de magia, mas por combates "samurai" alem de muita açao e drama.
Sipnopse: O Japão é devastado completamente por uma guerra. os lideres do pais esta a procura de restaurar a paz e convoca um assassinato do comandante militar inimigo. Dentre isso, uma jovem criança, uma mulher é treinada para matar e dentre essa guerra, tem muitas batalhas com samurais e ninjas altamente qualificados para assassinatos.
Achei fantastica a batalha entre azumi e bijomaru uma especie de samurai narcisista, psicopata (parece o byakuya-bleach) interpretado por uma dos maiores atores japoneses, Joe Odagiri, um dos meus prediletos *.* fez shinobi, ja foi um Tokusatsu e fez um filme recente no brasil estrelado por diretores chineses.
enfim é um otimo filme.

fotos






Veja
http://www.youtube.com/watch?v=aaW4hofyAf0 - cena muito estranha, psicotica.
http://www.youtube.com/watch?v=LSuwuLNMeK4&feature=related - a grande batalha de azumi.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Texto Mitológico

Procrusto
(Friedrich Dürrenmatt)
Na localidade de Coridalos viviam muitos gigantes e homens crescidos normais. Disso decorria que os homens maiores, os gigantes, subjugavam os homens menores. Como Coridalos ficava na região da Ática, soprou até lá um hálito de razão vindo de Atenas, inspirando o gigante Polípemo, que era particularmente grande, a pensar. Durante várias semanas ele andou pensativo pela paisagem, refletindo sobre a desigualdade dos homens. Depois ele se nomeou Procrusto, o esticador, e construiu duas camas, uma para os gigantes e outra para os não-gigantes. Na cama para os não-gigantes ele colocava os gigantes e lhe cortava as pernas, de modo que eles coubessem na cama dos não-gigantes. Os não-gigantes, ele colocava na cama dos gigantes e os esticava, até que estes se adequassem à cama.
Palas Atena, de cujo hálito soprou o ar da razão até Coridalos, sentiu-se responsável e dirigiu-se a Procrusto. Ela lhe perguntou o que fazia.
"Estou agindo de acordo com a tua razão, deusa", respondeu o gigante, "cujo hálito colocou em movimento o meu pensar. Eu comecei a refletir sobre a desigualdade dos homens. Ela é injusta. Eu me dei conta pouco a pouco de que a justiça exige que todos os homens sejam iguais. Isto é razoável. Há em Coridalos giagantes e não-giagantes. sendo que os primeiros subjugam os segundos. Os homens são aqui desiguais de dois modos: em seu ser e em seu fazer. Isto não é razoável. Ora, se eu tornasse apenas os gigantes em não-gigantes, cortando-lhes as pernas, eu teria produzido com isso, todavia, uma nova injustiça: não-gigantes aleijados e não-gigantes, sendo que nesse caso estes últimos submeteriam os gigantes que se tornaram aleijados. Também irrazoável. Mas se eu agisse contra os não-gigantes, se eu os esticasse ao tamanho dos giagantes aleijados, eu teria produzido uma nova injustiça: tal como os gigantes aleijados, eles estão tão entregues aos gigantes quanto os não-gigantes. Outra vez irrazoável. Assim sendo,a meu ver, so há uma possibilidade de estabelecer a igualdade de todos os homens: os gigantes têm o direito de ser não-gigantes, e os não-gigantes de ser gigantes. Eu estou agindo de acordo com isso. Eu corto as pernas dos gigantes, eles se tornam tão pequenos quanto os não-gigantes. Quanto aos não-gigantes, eu os estico até ficarem do tamanho dos gigantes. Tal operação torna ambos iguais, pois através dela ambos se tornam aleijados. E se eles morrem em conseqüência da operação, eles também são iguais entre si, pois a morte torna todos iguais. isto não é razoável?"
Balançando a cabeça negativamente, Palas Atena retornou a Atenas. A argumentação de Procrusto a fez perder as palavras. Foi a primeira vez que ela, como deusa, ouviu um discurso ideológico, e ela não encontrou nenhuma réplica. Procrusto, em virtude do soliêncio da deusa, convenceu-se da correção de suas deduções, e voltou a torturar. Àqueles que torturava, ele sempre esclarecia que o fazia em nome da justiça: ora, um gigante tem o direito de ser um não-gigante e vice-versa. A localidade de Coridalos tornou-se um inferno, repleta dos gritos dos martirizados, que podiam ser ouvidos em toda a Grécia. Os deuses, embaraçados, tapavam os ouvidos com as mãos. Eles também não encontravam nenhuma réplica à argumentação de Procrusto. As pragas, em especial, eram horríveis de se ouvir. Por isso, eles desligavam o som dos televisores - como deuses eles estavam tecnicamente bem à frente dos homens - para não mais ouvir as preces e os pedidos de socorro, bem como a gritaria e as maldições de Coridalos, razão pela qual eles nada mais ouviam do resto da terra. Todavia, isso fez com que els não mais interviessem na história.
E assim, então, gigantes e não-gigantes amaldiçoavam Procrusto, enquanto ele os torturava, e os aleijados gigantes e não-gigantes o amaldiçoavam também. Saíam maldições até mesmo do túmulo daqueles que não haviam passado pelo procedimento bárbaro. Mas visto que Procrusto não compreendia porque ele estava sendo amaldiçoado - pois ele se sentia um benfeitor e era em geral um gigante muito sensível -, ele imaginou que o problema estava em seu método, adquirindo especialmente para as suas camas bons colchões. Desse modo, enquanto os coridalianos gritavam incessantemente e amaldiçoavam, ele tentava acalmar os torturados de um outro modo, já que eles não haviam sido iluminados pela razão divina como ele. Ele dizia para as suas vítimas que era heróico sofrer cada um em sua cama específica, fabricada de árvores que cresciam em todo o país - uma razão não menos irracional, porém, agora uma razão patriótica para as suas torturas.
E realmente, desta vez alguns gigantes e não-gigantes se colocavam como voluntários aqui. No geral, as maldições foram diminuindo com o tempo. Por encontrarem motivos para a ação de Procrusto, eles também encontravam consolo para tanto sofrimento. Houve até gigantes aleijados e não-gigantes aleijados que se convenceram de que haviam sido torturados para um futuro melhor. Por causa disso, pelo menos a chegada de Procrusto não era mais amaldiçoada, pois, com o tempo, as gigantes, através de uma adaptação evolucionária, passaram a dar à luz aleijados não-gigantes e as não-gigantes, a aleijados gigantes, de modo que Procrusto, no geral, não precisou mais torturar. Outros contentavam-se em morrer desse modo, desde que assim, esperavam eles, no futuro não houvesse mais nenhuma tortura.
Em virtude das razões apresentadas, os torturados eram levados a suportar a tortura, mesmo sendo ela irracional. Só alguns poucos gigantese não-gigantes torturados insistiam depois que a cama de tortura e a tortura fossem inutilizadas. Isso era o que Procrusto mais odiava. Ele ainda se revoltava com o fato de as pessoas não entenderem que ele não torturava por prazer, mas sim por um necessidade histórica. Tendo em vista que, a fim de não mais ouvir as queixas e gritarias, ele sempre imaginava motivos para torturar, ele acrecditava que, com o tempo, a história só podia ter um sentido se ela progredia, e se tal progresso consistisse em que ela é sempre mais justa, e ela só é mais justa se, a partir da desigualdade dos homens, ela se desenvolve em direção à igualdade deles.
Enquanto isso, o jovem Teseu caminhou de Tróia para Atenas, para lá se tornar rei, como filho de Egeu. Visto que ele concebia a política desde um ponto de vista prático novo, ele também veio a Coridalos. Lá ele ouviu e se admirou da Ideologia de Procrusto.
"Tu precisas admitir que eu estou agindo de maneira razoável", disse Procursto, orgulhoso, "a própria Palas Atenas não sabia me replicar".
"Tu ages tão irrazoavelmente quanto Pitiocampto, o poddador de abetos, quando ele corta o andarilho em dois, e os inserta nos troncos de dois abetos tortos e então os deixa crescer", respondeu Teseu. "A única diferença entre Pitiocampto e tu consiste em que ele não imaginou que devesse cortar em nome da justiça dos homens. Ele o fazia pelo puro prazer da crueldade".
"Pitiocampto é meu filho", disse Procrusto, pnesativamente.
"Eu o matei", respondeu Teseu, tranquilamente.
"Agiste corretamente", disse Procrusto, depois de longo pensar, "embora Pitiocampto fosse meu filho. Não é permitido matar pelo puro prazer da crueldade".
Assim, enquanto Procrusto queria cumprimentar Teseu agradecido, este jogou o gigante com tal força na pequena cama que a terra estremeceu.
"Seu louco", ele disse, e abateu Procrusto, que lhe encarava com os grande olhos, admirado. "Você foi retirado do hálito da razão muito cedo. As pessoas não são iguais, mesmo se não houvesse gigantes e não-gigantes, mas só gigantes, ou só não-gigantes. E porque as pessoas não são iguais, algumas maiores, outras menores, cada gigante tem o direito de ser um gigante, e cada não-gigante de ser um não-gigante. Ambos são iguais apenas perante a lei. Se tu tivesses introduzido esta lei, terias evitado que os gigantes dominassem os não-gigantes, ou, o que poderia bem ser o caso, que fossem os gigantes prejudicados pelos não-gigantes. Com isso, você teria poupado seus conterrâneos dessa tortura absurda".
E, assim, Teseu primeiramente cortou as pernas de Procrusto e, porque este já era especialmente um gigante grande, cortou-lhe também a cabeça, que ainda murumurava ao ser decepada:
"Eu só estava sendo justo". E então a cabeça ainda disse, enquanto ainda estava em cima do pescoço, antes que os grandes olhos se fechassem: "Eu jamais fizera mal algum aos homens".
Depois disso, Teseu caminhou de volta a Atenas para junto de seu pai Egeu. Infelizmente, Teseu era não apenas um heróis; ele era também esquecido. Ele se esquecera, quando estava com Procrusto, que não matara apenas o seu filho Pitiocampto, mas sim também engravidara a sua neta, Periguna. Ele simplesmente se esqueceu de tudo. Seu lenço estava cheio de nós, era inútil. Ao regressar de Creta, ele esqueceu Ariadne na ilha de Naxo, que lhe salvara do labirinto, e assim esqueceu de levantar a vela branca, de modo que o seu pai atirou-se ao mar, porque ele pensou que Teseu fora morto pelo Minotauro no labirinto. Por causa disso, Teseu tornou-se rei. Infelizmente, ele também esquecera do seu inteligente discurso a Procrusto: não que ele fora particularmente um mal rei - ele está, de fato, bem colocado na escala dos reis -, mas abaixo dele nem todos eram iguais perante a lei, alguns mais iguais que outros. Isto porque Teseu também era esquecido como marido: seus amores, escreve Robert de Ranke-Graves, colocaram tantas vezes os atenienses em apuros que eles reconheceram seu verdadeiro valor apenas gerações após a sua morte.
in Engelmann, B. & Jens, W. (1982): Klassenlektüre, Hamburg: Albrecht Knaus Verlag, pgs. 96-99. Tradução de Marco Antonio Franciotti e Celso Braida
[...]

A teoria psicanalítica, tal como concebida por Freud, procura fornecer uma estrutura conceitual para descrever e compreender a irracionalidade. Muitos filósofos, contudo, acreditam que há erros ou confusões fundamentais no pensamento de Freud. Pretendo analisar aqui alguns elementos desse pensamento que têm sofrido ataques freqüentes, elementos que consistem de algumas doutrinas bastante gerais que jazem no bojo de todas as fases da obra madura de Freud. Após analisar o problema subjacente à explicação da irracionalidade, concluirei que qualquer concepção satisfatória deve conter algumas das teses mais importantes de Freud, e quando essas teses são confirmadas de um modo suficientemente amplo, elas estão livres de confusão conceitual. Talvez seja necessário enfatizar que a minha 'defesa' de Freud é dirigida a apenas algumas de suas idéias e que essas idéias encontram-se no limite conceitual, em contraste com o limite empírico, desse vago espectro.

Muito do que é considerado como irracional não está sujeito a paradoxo. Muitos podem sustentar que é irracional escalar o Monte Evereste sem oxigênio (ou mesmo com ele), devido aos perigos, ao desconforto e às poucas recompensas obtidas diante do sucesso. Mas não há dificuldade em explicar essa tentativa se ela for feita por alguém que juntou todos os fatos que pode, considerou todos os seus desejos, ambições e atitudes e agiu de acordo com o seu conhecimento e seus valores. Talvez seja de algum modo irracional acreditar em astrologia, discos voadores, bruxas, mas tais crenças podem ter explicações plausíveis se forem baseadas naquilo que seus defensores assumem como evidência. É razoável buscar a quadratura do círculo se você ignorar que isso é infactível. O tipo de irracionalidade que causa problema conceitual não é a falha de outra pessoa em acreditar ou sentir ou fazer o que ela considera razoável, mas sim a falha, dentro de uma mesma pessoa, de coerência e consistência no padrão das crenças, atitudes, emoções, intenções e ações. Exemplos são a crença naquilo que desejamos ser verdadeiro, o agir contrariamente ao nosso melhor juízo, a autodissimulação, o acreditar em algo reconhecidamente contrário ao peso da evidência.

[...]


tradução de Marco Antonio Franciotti
in Wollheim, R., Hopkins, J. (1982): Philosophical Essays on Freud, Cambridge: Cambridge University Press, pgs. 289-305 (tradução de Marco Antonio Frangiotti)
Chemistry
Chemistry is the science concerned with the composition, behavior, structure, and properties of matter, as well as the changes it undergoes during chemical reactions. It is a physical science for studies of various atoms, molecules, crystals and other aggregates of matter whether in isolation or combination, which incorporates the concepts of energy and entropy in relation to the spontaneity of chemical processes. Modern chemistry evolved out of alchemy following the chemical revolution (1773).
Disciplines within chemistry are traditionally grouped by the type of matter being studied or the kind of study. These include inorganic chemistry, the study of inorganic matter; organic chemistry, the study of organic matter; biochemistry, the study of substances found in biological organisms; physical chemistry, the energy related studies of chemical systems at macro, molecular and sub molecular scales; analytical chemistry, the analysis of material samples to gain an understanding of their chemical composition and structure. Many more specialized disciplines have emerged in recent years, e.g. neurochemistry the chemical study of the nervous system (see sub disciplines).

A chemist can work in the pharmaceutical, oil, and many others, besides to lecture to training for a degree.
In Brazil, there are many reputable universities in the chemical sector. At USP (University of sao paulo) it is possible to graduate degree in chemistry and / or degree. Other universities offering the course is UNICAMP, UNESP, and others.

In this century extremely concerned about the environmental, chemical and biological make a lot of space in the labor market, so it's an interesting choice, in addition to its scientific contribution, there is also a social issue, which is what most scientists seek.
Texto Mitológico

Procrusto
(Friedrich Dürrenmatt)
Na localidade de Coridalos viviam muitos gigantes e homens crescidos normais. Disso decorria que os homens maiores, os gigantes, subjugavam os homens menores. Como Coridalos ficava na região da Ática, soprou até lá um hálito de razão vindo de Atenas, inspirando o gigante Polípemo, que era particularmente grande, a pensar. Durante várias semanas ele andou pensativo pela paisagem, refletindo sobre a desigualdade dos homens. Depois ele se nomeou Procrusto, o esticador, e construiu duas camas, uma para os gigantes e outra para os não-gigantes. Na cama para os não-gigantes ele colocava os gigantes e lhe cortava as pernas, de modo que eles coubessem na cama dos não-gigantes. Os não-gigantes, ele colocava na cama dos gigantes e os esticava, até que estes se adequassem à cama.
Palas Atena, de cujo hálito soprou o ar da razão até Coridalos, sentiu-se responsável e dirigiu-se a Procrusto. Ela lhe perguntou o que fazia.
"Estou agindo de acordo com a tua razão, deusa", respondeu o gigante, "cujo hálito colocou em movimento o meu pensar. Eu comecei a refletir sobre a desigualdade dos homens. Ela é injusta. Eu me dei conta pouco a pouco de que a justiça exige que todos os homens sejam iguais. Isto é razoável. Há em Coridalos giagantes e não-giagantes. sendo que os primeiros subjugam os segundos. Os homens são aqui desiguais de dois modos: em seu ser e em seu fazer. Isto não é razoável. Ora, se eu tornasse apenas os gigantes em não-gigantes, cortando-lhes as pernas, eu teria produzido com isso, todavia, uma nova injustiça: não-gigantes aleijados e não-gigantes, sendo que nesse caso estes últimos submeteriam os gigantes que se tornaram aleijados. Também irrazoável. Mas se eu agisse contra os não-gigantes, se eu os esticasse ao tamanho dos giagantes aleijados, eu teria produzido uma nova injustiça: tal como os gigantes aleijados, eles estão tão entregues aos gigantes quanto os não-gigantes. Outra vez irrazoável. Assim sendo,a meu ver, so há uma possibilidade de estabelecer a igualdade de todos os homens: os gigantes têm o direito de ser não-gigantes, e os não-gigantes de ser gigantes. Eu estou agindo de acordo com isso. Eu corto as pernas dos gigantes, eles se tornam tão pequenos quanto os não-gigantes. Quanto aos não-gigantes, eu os estico até ficarem do tamanho dos gigantes. Tal operação torna ambos iguais, pois através dela ambos se tornam aleijados. E se eles morrem em conseqüência da operação, eles também são iguais entre si, pois a morte torna todos iguais. isto não é razoável?"
Balançando a cabeça negativamente, Palas Atena retornou a Atenas. A argumentação de Procrusto a fez perder as palavras. Foi a primeira vez que ela, como deusa, ouviu um discurso ideológico, e ela não encontrou nenhuma réplica. Procrusto, em virtude do soliêncio da deusa, convenceu-se da correção de suas deduções, e voltou a torturar. Àqueles que torturava, ele sempre esclarecia que o fazia em nome da justiça: ora, um gigante tem o direito de ser um não-gigante e vice-versa. A localidade de Coridalos tornou-se um inferno, repleta dos gritos dos martirizados, que podiam ser ouvidos em toda a Grécia. Os deuses, embaraçados, tapavam os ouvidos com as mãos. Eles também não encontravam nenhuma réplica à argumentação de Procrusto. As pragas, em especial, eram horríveis de se ouvir. Por isso, eles desligavam o som dos televisores - como deuses eles estavam tecnicamente bem à frente dos homens - para não mais ouvir as preces e os pedidos de socorro, bem como a gritaria e as maldições de Coridalos, razão pela qual eles nada mais ouviam do resto da terra. Todavia, isso fez com que els não mais interviessem na história.
E assim, então, gigantes e não-gigantes amaldiçoavam Procrusto, enquanto ele os torturava, e os aleijados gigantes e não-gigantes o amaldiçoavam também. Saíam maldições até mesmo do túmulo daqueles que não haviam passado pelo procedimento bárbaro. Mas visto que Procrusto não compreendia porque ele estava sendo amaldiçoado - pois ele se sentia um benfeitor e era em geral um gigante muito sensível -, ele imaginou que o problema estava em seu método, adquirindo especialmente para as suas camas bons colchões. Desse modo, enquanto os coridalianos gritavam incessantemente e amaldiçoavam, ele tentava acalmar os torturados de um outro modo, já que eles não haviam sido iluminados pela razão divina como ele. Ele dizia para as suas vítimas que era heróico sofrer cada um em sua cama específica, fabricada de árvores que cresciam em todo o país - uma razão não menos irracional, porém, agora uma razão patriótica para as suas torturas.
E realmente, desta vez alguns gigantes e não-gigantes se colocavam como voluntários aqui. No geral, as maldições foram diminuindo com o tempo. Por encontrarem motivos para a ação de Procrusto, eles também encontravam consolo para tanto sofrimento. Houve até gigantes aleijados e não-gigantes aleijados que se convenceram de que haviam sido torturados para um futuro melhor. Por causa disso, pelo menos a chegada de Procrusto não era mais amaldiçoada, pois, com o tempo, as gigantes, através de uma adaptação evolucionária, passaram a dar à luz aleijados não-gigantes e as não-gigantes, a aleijados gigantes, de modo que Procrusto, no geral, não precisou mais torturar. Outros contentavam-se em morrer desse modo, desde que assim, esperavam eles, no futuro não houvesse mais nenhuma tortura.
Em virtude das razões apresentadas, os torturados eram levados a suportar a tortura, mesmo sendo ela irracional. Só alguns poucos gigantese não-gigantes torturados insistiam depois que a cama de tortura e a tortura fossem inutilizadas. Isso era o que Procrusto mais odiava. Ele ainda se revoltava com o fato de as pessoas não entenderem que ele não torturava por prazer, mas sim por um necessidade histórica. Tendo em vista que, a fim de não mais ouvir as queixas e gritarias, ele sempre imaginava motivos para torturar, ele acrecditava que, com o tempo, a história só podia ter um sentido se ela progredia, e se tal progresso consistisse em que ela é sempre mais justa, e ela só é mais justa se, a partir da desigualdade dos homens, ela se desenvolve em direção à igualdade deles.
Enquanto isso, o jovem Teseu caminhou de Tróia para Atenas, para lá se tornar rei, como filho de Egeu. Visto que ele concebia a política desde um ponto de vista prático novo, ele também veio a Coridalos. Lá ele ouviu e se admirou da Ideologia de Procrusto.
"Tu precisas admitir que eu estou agindo de maneira razoável", disse Procursto, orgulhoso, "a própria Palas Atenas não sabia me replicar".
"Tu ages tão irrazoavelmente quanto Pitiocampto, o poddador de abetos, quando ele corta o andarilho em dois, e os inserta nos troncos de dois abetos tortos e então os deixa crescer", respondeu Teseu. "A única diferença entre Pitiocampto e tu consiste em que ele não imaginou que devesse cortar em nome da justiça dos homens. Ele o fazia pelo puro prazer da crueldade".
"Pitiocampto é meu filho", disse Procrusto, pnesativamente.
"Eu o matei", respondeu Teseu, tranquilamente.
"Agiste corretamente", disse Procrusto, depois de longo pensar, "embora Pitiocampto fosse meu filho. Não é permitido matar pelo puro prazer da crueldade".
Assim, enquanto Procrusto queria cumprimentar Teseu agradecido, este jogou o gigante com tal força na pequena cama que a terra estremeceu.
"Seu louco", ele disse, e abateu Procrusto, que lhe encarava com os grande olhos, admirado. "Você foi retirado do hálito da razão muito cedo. As pessoas não são iguais, mesmo se não houvesse gigantes e não-gigantes, mas só gigantes, ou só não-gigantes. E porque as pessoas não são iguais, algumas maiores, outras menores, cada gigante tem o direito de ser um gigante, e cada não-gigante de ser um não-gigante. Ambos são iguais apenas perante a lei. Se tu tivesses introduzido esta lei, terias evitado que os gigantes dominassem os não-gigantes, ou, o que poderia bem ser o caso, que fossem os gigantes prejudicados pelos não-gigantes. Com isso, você teria poupado seus conterrâneos dessa tortura absurda".
E, assim, Teseu primeiramente cortou as pernas de Procrusto e, porque este já era especialmente um gigante grande, cortou-lhe também a cabeça, que ainda murumurava ao ser decepada:
"Eu só estava sendo justo". E então a cabeça ainda disse, enquanto ainda estava em cima do pescoço, antes que os grandes olhos se fechassem: "Eu jamais fizera mal algum aos homens".
Depois disso, Teseu caminhou de volta a Atenas para junto de seu pai Egeu. Infelizmente, Teseu era não apenas um heróis; ele era também esquecido. Ele se esquecera, quando estava com Procrusto, que não matara apenas o seu filho Pitiocampto, mas sim também engravidara a sua neta, Periguna. Ele simplesmente se esqueceu de tudo. Seu lenço estava cheio de nós, era inútil. Ao regressar de Creta, ele esqueceu Ariadne na ilha de Naxo, que lhe salvara do labirinto, e assim esqueceu de levantar a vela branca, de modo que o seu pai atirou-se ao mar, porque ele pensou que Teseu fora morto pelo Minotauro no labirinto. Por causa disso, Teseu tornou-se rei. Infelizmente, ele também esquecera do seu inteligente discurso a Procrusto: não que ele fora particularmente um mal rei - ele está, de fato, bem colocado na escala dos reis -, mas abaixo dele nem todos eram iguais perante a lei, alguns mais iguais que outros. Isto porque Teseu também era esquecido como marido: seus amores, escreve Robert de Ranke-Graves, colocaram tantas vezes os atenienses em apuros que eles reconheceram seu verdadeiro valor apenas gerações após a sua morte.
in Engelmann, B. & Jens, W. (1982): Klassenlektüre, Hamburg: Albrecht Knaus Verlag, pgs. 96-99. Tradução de Marco Antonio Franciotti e Celso Braida

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Strawberry Fields Forever


Tempão sem postar hein?
Culpa do capetalismo. Começo trabalhar essa segunda, essa semana inteira foi de estudo, muita chuva e correria.

Falando em chuva, fiz um poema (baseado em fatos horriveis e verdadeiros).
Deixo ai. Beijo me liguem.
Au Revoir!



Eu também vi um bicho

Ontem também vi um bicho
Mas ele não comia lixo
Esse bicho era diferente, não se mexia
Agora a fina garoa limpava o seu rosto
Sujo de poeira e fumaça
E aos poucos, revelava o que era aquele bicho
Também não era um rato,
nem ao menos um gato
Aquele bicho era um bicho
Jazia sobre os lixos
O homem que fora um dia

░░░░░©By Jeniffer Frossard░░░░░

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Ao amor


Tempo curto, sem muitas idéias...
Nuvens negras olá!

Só deixar um recado para o sr. que faz com que as pessoas fiquem bobonas, sim ele mesmo, o sr. Amor!
Então sr. quero fazer uma incomenda, não ligo muito pra aparência, então o serviço deve ser fácil. Tá agora lembrei de barão vermelho, que é exatamente meu pedido, se meu eu-lírico fosse masculino.

Estude-a bem sr. e me traga rápido.
Obrigada


Segredos

Frejat

Composição: Frejat

Eu procuro um amor
Que ainda não encontrei
Diferente de todos que amei...

Nos seus olhos quero descobrir
Uma razão para viver
E as feridas dessa vida
Eu quero esquecer...

Pode ser que eu a encontre
Numa fila de cinema
Numa esquina
Ou numa mesa de bar...

Procuro um amor
Que seja bom prá mim
Vou procurar
Eu vou até o fim...

E eu vou tratá-la bem
Prá que ela não tenha medo
Quando começar a conhecer
Os meus segredos...

Hum! Hum! Huuuum!...

Eu procuro um amor
Uma razão para viver
E as feridas dessa vida
Eu quero esquecer...

Pode ser que eu gagueje
Sem saber o que falar
Mas eu disfarço
E não saio sem ela de lá...

Procuro um amor
Que seja bom prá mim
Vou procurar
Eu vou até o fim...

E eu vou tratá-la bem
Prá que ela não tenha medo
Quando começar a conhecer
Os meus segredos...

Hum! Hum! Huuuum!...
Hum! Hum! Huuuum!...

Procuro um amor
Que seja bom prá mim
Vou procurar
Eu vou até o fim...

Eu procuro um amor
Que seja bom prá mim
Vou procurar
Eu vou até o fim...





Boa noite pessoas. Ah, serei proletária.
Uni-vos!!!




"Vou me perdendo, buscando em outros braços seus abraços"
[ É a vida...

domingo, 2 de agosto de 2009

floresta

Pensava o ser no anoitecer, aquele que segurava uma taça de champagne, manchando-lhe os olhos de suor que escorria de suas testas, os labios humidos, ratificando as damas da noite em cima de um balcão, cujo os movimentos ligeiramente leves, exultando o maximo da sensualidade, esbanjando o suor da luxuria, ao pés daqueles que os pagam.
O ser respirava, como um homem falido, nem pela beleza daquela em que dançava, mas daquele que em que o locauteou. Apos ver a noite pairar sobre o céus, antigamente cinza dos dias de outono, ainda sim, procurava aquela que fez sua noite durar, ainda era possivel sentir as maos dela percorrer seu rosto, sentia-se como um ser procurando a realidade no corpo patético de uma da vida, procurando a liberdade aos vinte e oito anos de idade.
Apenas levantou. Deixou que a mão da mulher caisse ao meio da cama, continuou andando pelo chão do tapete vermelho, até o banheiro, cujo fedia mais do que o banheiro publico da cidade mais pobre, ele observou seu estado, enquanto lembrou daquela de casa. Chorando pelo anoitecer ate o madrugada ainda escura. Ele parou, observou e andou, jogou o dinheiro em cima da cama branca, onde havia a cuja nua, esperando a reconpensa de um trabalho bem feito da vida chamada facil. O inicio sempre depende do meio do fim. Ele olhava o circulo iluminado como as luzes de New York, bordado o seu nome e da cuja de casa, imaginava o momento do inicio das trocas de juramento, e o fim amargo e de solidão dos ultimos. o inicio sempre depende do meio do fim.
A de casa deparava-se com a solidao e a insuportavel saudade do ser lunático, ela chorava, em volta da janela de seu quarto no alto do edificio, apenas observando a escuridão e o cinza ao fundo, manchando os aranha-ceus da metropole dos cantos de new york.
O cujo fechou a porta desceu pelas escadas para apenas cortar a barreira do elevador e ele. Para pelo menos um dia agir como o que era sempre.
Andou passando pelo centro da boate, agora vazia. saiu ainda olhando o negro no céu, vendo o reflexo cinza iluminado ao fundo, assim como as lantejoulas das cujas da vida, batendo nos seus olhos. Levantou o braço contra os olhos, desprezando o clarear e seguiu em frente, encarando-o de perto, sentou-se na praça, acendeu o cingarro, esfumaçando continuamente, petubando as arvores.
Ficou, ficou durante o clarear, voltou a lembrar da cuja de casa e então voltou para o seu lar. Andou, abriu a porta, trancou-a, andou, abriu a porta do quarto silenciosamente, andou com passos leves, até que a cuja de casa se tocasse de uma presença, olhou e levantou, nada falou, era apenas os olhares, o ser olhou para o chão e notou o circulo luminosos em que jurou por lealdade em uma de varias catedrais, pegou o copo, o copo com agua, os olhos estava inundados de lagrimas nada agradaveis, o mesmo da de casa, ela olhou a camisa rasgada do ser, tambem pegou o copo em cima da pequena comoda ao lado da cama, e simplesmente com movimento raivoso, jogou contra o ser, e jogou outras coisas ao redor, ele apenas tentava se esquivar em vão... Ela gritou... Ele chorou.
Ela continuava gritando... Ele chorava mais do que devia chorar. O desespero dos gritos era inutil, para que gritar por ajuda quando outros não podem ouvir?
A camisa rasgada agora tambem ensanguentada, segurava o corpo estrutural e bem feito da de casa, ainda gemendo, gemendo eu acho, pelo o odor da dor, pelo o incalculavel. Ele colocou-a na cama, e caiu ao chão, ela tentou levantar e chegou a janela, abriu, e observou por mais uma vez os grandes arranha-ceus, sentou no beral da janela e levou seu corpo para tras. Ela voou, descendo o edificio com alta velocidade, olhando para cima e vendo novamente os arranha-ceus, seu corpo virava, virava, como se estivesse em um dos brinquedos dos parques ... o barulho foi forte, os carro abaixou por incrivel que pareça teve alguns amassos. O ser olhou pela janela, observou os arranhas-ceus, vestiu-se, guardou o seus pertences tranquilamente e saiu do quarto, deixando o aberto. Andou, desceu pelas escadas, andou pelo centro do edificio, voltou a praça, sentou-se, acendeu o cigarro, e pertubou as arvores novamente.
As policias começavam a chegar, como sempre atrasadas, apos horas depois do acidente, olhou como um nada, para o corpo morto no carro, sendo retirado, nem ligou, para que ligar com os mesmo acidentes que acontecem toda hora?
O ser ficou, ficou durante o escurecer, voltou a lembrar da cuja da vida e então voltou para o seu bar.

De 2007 /09/novembro


abraços
P.faria

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Vida

HOWWWW
Adorei o Post da Priscila, mas meu...aconteceu algo hilário [agora, porque na hora foi...enfim], e eu preciso contar.

Estava eu, Jeniffer, feliz indo ao cursinho, ouvindo música e tal e eis que acontece uma coisa inesperada: Escorreguei na bosta.

Sério, não é ironia, nem sarcasmo, eu literalmente fiquei na merda.

Levantei como se nada tivesse acontecido e limpei meu tênis que ficou 'enmerdado'. Cheguei no cursinho fui ver como ficou meu joelho: todo ralado, sem pele, horrível.
Tá doendo pra caramba, ja lavei e tal mas continua a doer.

Nunca vou esquecer desse dia nublado, frio e um tanto quanto deprimente. O dia em que literalmente fui a merda.

Ah vou indo.
Beijo, ainda estou traumatizada. Apesar de feliz.

movimento

As pessoas, geralmente, padecem de uma série de doenças ou desafios, que embora, acabam achando o problema. A doença não da dor calamitosa, mas da doença de que se passa á sua volta, tudo o que percorre nas linhas minima da realidade cotidiana, algumas vezes dizem respeito, mas muitas outras não. Mas tudo faz parte do lado humano. Da natureza em que se expõe o pensamento realistico e fantasioso. E é por ai que gera a realidade do problema, onde reside e se instala. É o real problema.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Ánalise de Música

Estive pensando nas músicas mais famosas de meu tempo. Sabe, "É o Tchan", "Molejo" e enfim...essas coisas clássicas, saca?
Resolvi analizá-las. Sim, falta do que fazer, concordo. Mas culpem o Boça! Sim, um homem com a cara do Boça no trem, ouvindo essas clássicas, bateu saudade sabe?
Mas vamos lá, [essa é clássica] a primeira a ser analizada será...


Repare nos cortes de cabelo, não existe mais homem assim gente.

Dança da Vassoura
Molejo

Diga aonde você vai
Que eu vou varrendo
Diga aonde você vai
Que eu vou varrendo
Vou varrendo, vou varrendo
Vou varrendo, vou varrendo
Vou varrendo, vou varrendo
Vou varrendo, vou varrendo...(2x)

Oh menininha eu sou seu fã
Oh menininha eu sou seu fã
Danço contigo até de manhã
Danço contigo até de manhã...(2x)

Na dança da bruxinha
Dança preta, dança loura
Na dança da bruxinha
Dança preta, dança loura
Agora todo mundo
Na dancinha da vassoura
Agora todo mundo
Na dancinha da vassoura...(2x)

Varre prá esquerda
Varre prá direita
Levanta poeira
Que essa dança é porreta...(2x)

Pitipi pitipi pitipau!
Pitipi pitipi pitipau!
Mas tome cuidado
Com o cabo da vassoura
É pior do que cenoura
Você pode se dar mal...(2x)

Diga aonde você vai
Que eu vou varrendo
Diga aonde você vai
Que eu vou varrendo
Vou varrendo, vou varrendo
Vou varrendo, vou varrendo
Vou varrendo, vou varrendo
Vou varrendo, vou varrendo...(2x)

Oh menininha eu sou seu fã
Oh menininha eu sou seu fã
Danço contigo até de manhã
Danço contigo até de manhã...(2x)

Na dança da bruxinha
Dança preta, dança loura
Na dança da bruxinha
Dança preta, dança loura
Agora todo mundo
Na dancinha da vassoura
Agora todo mundo
Na dancinha da vassoura...(2x)

Varre prá esquerda
Varre prá direita
Levanta poeira
Que essa dança é porreta...(2x)

Pitipi pitipi pitipau!
Pitipi pitipi pitipau!
Mas tome cuidado
Com o cabo da vassoura
É pior do que cenoura
Você pode se dar mal...(2x)

Diga aonde você vai
Que eu vou varrendo
Diga aonde você vai
Que eu vou varrendo
Vou varrendo, vou varrendo
Vou varrendo, vou varrendo
Vou varrendo, vou varrendo
Vou varrendo, vou varrendo...(3x)


Agora, imagine você, passeando pelo shopping, vê um lindo rapaz atrás de você, VARRENDO!
Depois disso, diz que é seu fã, meu super fofo né?
Agora vamos a minha parte favorita:
"Mas tome cuidado
Com o cabo da vassoura
É pior do que cenoura
Você pode se dar mal"
Alguém mais vê o que eu vejo? Filosofia pura!
Fico sem palavras, metafora linda, deixa chico buarque na sarjeta.
Pow gente, super atual essa música, expressa a realidade de muita gente!

Palmas ao "Molejão", eternizará nossas vidas com toda certeza.

Semana que vêm analizaremos É o Tchan, alguma ai.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Parabéns


Na foto Calvin, o menino chato mais legal do mundo!

A nós claro, Priscila, fiel companheira de blog, e eu [jeniffer], sobrevivemos há trinta postagens, e a esse blog, um sobrevivente.
Vida longa ao blog!
Em comemoração a essa trigessima postagem, estou ouvindo só os clássicos do nosso querido Rock n' Roll. Acabou "The number of the best" e agora começou "Rock you like a Hurricane". Enfim, hoje é meu dia favorito, por isso escolhi ele pra essa postagem. Terças e J como eu costumava dizer. Maaas especialmente nessa terça, me sinto fudidamente triste. Os aniversários sempre me deixam assim, sensação de estar envelhecendo, sabe como é? Sou jovem ainda, mas essa coisa de aniversário de coisas pesam, me deixam um tanto quanto pessimista. Mas sem pessimismo hoje meu povo, vamos ouvir o velho Rock N' Roll, tomar uma cervejinha...sei que hoje é terça mas enfim! Sem cervejinha então, bora lá estudar química pra animar, escrever mais algumas páginas, pintar, talvez quem sabe tocar teclado. Sim eu sou multitarefas, quase um "Da Vince"...ok exagerei agora.

Bom pessoal, deixo as primeiras linhas do meu conto, livro, sei lá o que, que ando escrevendo. Espero que gostem! Fico por aqui, ouvindo "Sweet Home Alabama" de Lynyrd Skynyrd.


RASCUNHO - DOPADO

A vida é mesmo uma droga.
Não me julguem, não me chamem de pessimista, não digam que meu humor é pesado.
Não antes de ler a história inteira.
Sofro de insônia. Não durmo antes das quatro e não acordo depois das oito. Poderia durmir mais, mas para isso teria que largar meu emprego, o que faria minha ex-mulher me odiar ainda mais, além de me jogar na cadeia, pelos miseros trocados da pensão. Quer um conselho meu amigo? Não se case com a primeira garçonete que te der mole, pois ela destruirá sua vida depois que acabar com o seu coração, além de não deixar você visitar sua filha a unica que vale a pena nesse circo de horrores. Outra alternativa seria tomar remédios, eles não fazem efeito comigo, além disso prefiro observar.
Vejo todo dia pessoas dopadas, alienadas, imersas em sua própria existencia, como máquinas, trabalham de janeiro a dezembro, comemorando a mentira que a sociedade nos prega durante séculos.
Eu odeio aniversários. Aniversário de cidade, aniversário de casamento, meu próprio aniversário. Odeio receber milhares de ligações, recados e afins de pessoas que nem sabem quem eu sou, só mandam pra receber de volta quando for a sua vez.


Pessoas, isso é um rascunho então não me metralhem ok? Falta muuuita coisa ai.
Mas já da pra ter uma ideia [sem acento @#$%] né?

Beijo vocês sabem onde, abraço, aperto de mão *faz uma dancinha* enfim!




Hasta la vista, baby

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Como dizia The Clash:

"Should I stay or should I rock the casbah?"



Na terra dos preguiçosos, o tempo prega peças em você. Um dia se está sonhando. No outro já é realidade. Foi a melhor época. Se ao menos alguém tivesse me dito...
Erros foram cometidos, corações foram partidos... Lições díficeis aprendidas. Minha família segue sem mim, enquanto me afogo num mar insignificante. Não sei como cheguei aqui. Mas aqui estou eu. Apodrecendo sob o sol quente. Há coisas que eu preciso aprender. O relógio está correndo. O buraco está aumentando. Ele nunca irá me amar, de qualquer forma.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Lembranças do velho.

Fui para esta rua e lá estava a minha antiga casa, que continua a mesma, apenas humida, escura e corroida pelo tempo.
por tanto tempo e aqui estou sentado, na velha cadeira da sala de papai, escrevendo versos que fazem corroer minha inescrupulosa mente, sempre achei que os poetas da vida fossem diferentes, mas resultando naquele broto de minha mente que brota e desbota facilmete, sua beleza intensa e viva que ao fim fica palida e seca.
A certos momentos pensei em resgatar nas simples folhas do pequenino livro em cima da mesa, uma poesia, assim como os menestréis da idade media talvez, não? Infelismente foi um alarme falso, o que vinha era aquilo de sempre, minhas malditas alucinaçoes, cujas malditas sejam. cabeça quase despida, mas que conserva recordações saudaveis... e fenticeiras.
Minha narração não era boa o bastante e palavras não floriam ligeriramente como os antigos, mamãe dizia que a tolice vinha a cima deles...Mas uma vez volto a falar de mamãe, não aguento mais essas memórias porcas e imprevisivel, doentias e sujas, memorias desocupadas.
Mas recordações da velha casa, tornam-se boas, a tempos inesqueciveis de não pensar, seja alucinações, pensamentos, pesadelos ou sujas, são as mais belas memoria que a mais velha mente, aquela suja, pode cultivar.

Capitulo II

Memória do tempos dourados

Ao entrar na casa branca de mamãe, numa tarde vazia de agosto, hesitei em falar com tia Lucia, apenas a cumprimentei como sempre.
-Boa tarde, tia lúcia.
-Olá! - disse, ou melhor, gritou. - Meu filho, sua mãe esta esperando-te ansiosa. Como o tempo voa, não, em pensar que ja se passou dois meses de sua viagem.

Nada respodi-lhe prometi que nada falaria em quanto não ver a passagem para a europa nas maos de mamãe.
-Catarina! - Minha promessa tinha se quebrado fatalmente, não pude ficar quieto ao deparar-me com Catarina, adornada por seu bom gosto e encanto, rendas para lá, seus cabelos cacheados e negros, os olhos ferozes, sorrindo como o sol ao meio dia, nada era tão intenso e admiravel, apenas Catarina, aquela a quem amei na casa velha.
-Como passas Catarina? Fiquei triste ao saber que estava doente, não aguentei em ficar mais dias fora de casa.
-Frederico como passei mal sem ve-lo, achei que demoraria ve-lo novamente, não brinquei com ninguem por esses meses.

continua

1º Capitulo - http://nerwensurion.blogspot.com/2009/06/conto.html