segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

SP


Estas gotas que caem la fora nesta terra da garoa, que constantemente lava as janelas, molham as plantas, faz crescer as arvores, substituem lagrimas ou simplesmente te faz pensar com os barulhinhos no telhado.
Aquela terrinha cuja suas chuvinhas batutas fazem formar poesias, fazem refrescar um dia. Gotinhas que vão e voltam e tranformam em conjunto de casas em pinturas expressionistas. Aquelas gotinhas que te acolhe para dentro de casa, que te coloca para dormir. Felizmente essas chuvinhas não apaga suas ruas em chamas, quentes e pulsantes, não tiram o brilho de seus edificios antigos, ou pracinhas cujas arvores sorriem com o balançar de seu tempo fresco tipico de uma terrinha longa, que mesmo sobre seu povo desastrado e mesmo com sua impotencia em destruições humanas, continua levando a frente sua fama, dando suas chuvas finas em forma de poesia, que faz perpetuar sua boemia.

Um comentário: