segunda-feira, 26 de julho de 2010

Minhas noites queridas



Minhas noites queridas

Para aqueles homens que passaram
Interrogando solitários, a quem tentei amar
Nunca os meus braços erguidos cravaram

Um mórbido amor em sangue palpitar


As minhas mãos se dobraram

Trançada nos montes velhos solitários

De rosto jogado aos mantos funerarios

Ser como daquelas vezes que me devoravam


Por noites e noites vaguei

Atras de muitos galantes fiquei

Assim como antes retornei

Assim como sempre findei


O ar enganoso sem glaumor

Beleza, champagne ou amor

O tango dancei

E logo terminei
Pois somente um daqueles amei.

Amor, amor!

Onde estas?

Vem por quero amar

Sorri ao cantar


Aquele de terno me galantear
Fiquei por tempo ali
Atras
mais para um encanto apenas contemplar
E por fim mais um vez servir

Sentinela de minhas promessas de amor

Beijo de amparo do desengano

Quero te envolver pelo coração

Não ser mais corpo coberto por pano por anos


Gatuno imprestável onde minha vida terminou

Ventania de escabelo não acariciou

Minhas lagrimas afogadas matou

Meus encantos se acabou


Priscila

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